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    <title>Centro Cultural UFG</title>
    <description>Centro Cultural UFG</description>
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      <title>EDITAL SEACULT Nº 02/2026 </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="sala de dançaaa" title="sala de dançaaa" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/edital_de_ocupa%C3%A7%C3%A3o_semestral_ccufg_%287%29.png?1781035164" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O Centro Cultural UFG, por meio da Secretaria de Arte e Cultura da Universidade Federal de Goiás (SEACULT/UFG), anuncia o Edital SEACULT Nº 02/2026 - Ocupação da sala de dança do CCUFG no segundo semestre de 2026.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Serão aprovadas até 10 propostas. As atividades deverão ocorrer de 03 agosto a 27 novembro de 2026, nos turnos matutino (8h às 12h) ou vespertino (14h às 17h), de segunda a sexta-feira.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;Inscrições: &lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O prazo de inscrições será do dia 10 de junho de 2026 até às 17h do dia 26 de junho de 2026. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo formulário de inscrição disponível &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;a style="color: #0000ff;" href="https://web.ufg.br/plateia-editais/#/edital/edital-proec-n-152025-para-ocupacao-de-pautas-da-sala-de-danca-do-centro-cultural-ufg-" rel="noreferrer"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Edital completo: &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_5483065_Edital_318.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Homologação preliminar das inscrições: &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Homologação final das inscrições: &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resultado preliminar: &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resultado final: &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Centro Cultural UFG / SEACULT&lt;br /&gt;Universidade Federal de Goiás&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:18:49 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/201693-edital-seacult-n-02-2026</link>
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    <item>
      <title>Pianista Nahim Marun abre a 5ª edição do Projeto Allegro Concertos CCUFG/SICOOB</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Nahim_Capa de Notícia.png" title="Nahim_Capa de Notícia.png" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Nahim_Capa_de_Not%C3%ADcia.png?1781028609" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;No dia 27 de junho, o Centro Cultural UFG recebe a quinta edição do Projeto Allegro Concertos CCUFG/Sicoob, com apresentação do pianista Nahim Marun.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Por: João Bastos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Centro Cultural UFG recebe, em 2026, o pianista Nahim Marun para a abertura da quinta edição do Projeto Allegro Concertos CCUFG/SICOOB, no dia 27/06. Reconhecido como um dos principais nomes do piano brasileiro, o músico apresenta um recital que reúne obras de Heitor Villa-Lobos, Franz Liszt e Frédéric Chopin, em uma programação que convida o público à escuta atenta e à apreciação da música de concerto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Imagem_I_-_Nahim_Marun.jpg" alt="Nahim_Marun" width="440" height="319" /&gt;Foto: Divulgação&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realizado pelo Centro Cultural UFG com apoio do Instituto Cultural Sicoob UniCentro BR, o Projeto Allegro Concertos CCUFG/SICOOB consolidou-se como uma das iniciativas de referência para a difusão da música de concerto em Goiânia. Em sua quinta edição, o projeto propõe um diálogo entre tradição musical e escuta contemporânea,  a programação contempla nomes consagrados da cena pianística brasileira, artistas com sólida atuação nacional e internacional, reunindo trajetórias que afirmam a importância do piano no cenário musical do país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nahim Marun possui uma trajetória marcada pela excelência artística e acadêmica. Iniciou seus estudos de piano ainda jovem e foi premiado em importantes concursos nacionais. Sua formação inclui o Mestrado pelo The Mannes College of Music, em Nova York, Doutorado pela Unicamp, Pós-Doutorado pela Université Paris-Sorbonne e Livre-Docência na Universidade Estadual Paulista (Unesp). Ao longo da carreira, apresentou-se em importantes salas de concerto e festivais no Brasil e no exterior, recebendo reconhecimento da crítica especializada por suas interpretações marcadas pela elegância, vitalidade e refinamento expressivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa do recital será aberto com “Festa no Sertão”, de Heitor Villa-Lobos, seguido pela Sonata em Si menor, de Franz Liszt, considerada uma das obras mais importantes do repertório pianístico do século XIX. Encerrando a apresentação, Nahim Marun interpreta os 24 Prelúdios Op. 28, de Frédéric Chopin, conjunto de peças organizadas em vinte e quatro tonalidades maiores e menores, em um amplo mosaico de emoções e atmosferas musicais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em texto elaborado para o programa do concerto, o pianista destaca que as obras dialogam com temas contemporâneos como identidade, fragmentação e intensidade emocional. A proposta valoriza a escuta sensível e a experiência artística como formas de reflexão e aprofundamento cultural em um contexto marcado pelo consumo acelerado de informações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais do que uma série de recitais, o Projeto Allegro Concertos CCUFG/SICOOB busca fortalecer o encontro entre artistas, público e universidade, reafirmando o papel do Centro Cultural UFG como espaço de referência para a produção e difusão cultural em Goiânia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/imagem_cortada_circular.png" alt="imagem para indicar autoria das reportagens do site" width="190" height="190" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;João Bastos é estudante de Relações Públicas na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura de eventos culturais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:14:21 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/201688-pianista-nahim-marun-abre-a-5-edicao-do-projeto-allegro-concertos-ccufg-sicoob</link>
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    <item>
      <title>Centro Cultural UFG recebe a exposição “Essa Grande Liberdade” e mostra de cinema “Cine Via Láctea”, dedicadas às vivências LGBTQIAPN+ em Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Benedito Ferreira - Talvez a gente caiba aqui" title="Benedito Ferreira - Talvez a gente caiba aqui" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Benedito_Ferreira_-_Talvez_a_gente_caiba_aqui_%282014%29.JPG?1779907529" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Mostra reúne mais de 60 artistas LGBTQIAPN+ e programação de cinema no CCUFG, promovendo reflexões sobre memória, diversidade, arte e dissidências em Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;Por: João Bastos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Centro Cultural UFG (CCUFG) abriu, no último dia 12, a exposição Essa grande liberdade: identidades LGBTQIAPN+ em Goiás. Com entrada gratuita, a mostra segue em cartaz até o dia 10 de julho e reúne mais de 60 artistas e cerca de 120 obras que atravessam diferentes gerações, linguagens e experiências da produção artística LGBTQIAPN+ no estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/drag.jpg" alt="Drag essag" width="434" height="289" /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: #808080;"&gt;Foto: Lucas Lustosa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sob curadoria de Paulo Duarte-Feitoza, reunindo obras de 1974 até a contemporaneidade, a exposição propõe um amplo panorama das produções visuais dissidentes em Goiás, aproximando artistas de diferentes períodos e contextos históricos. A mostra reúne nomes consolidados da arte goiana, como Fernando Costa Filho, Fabíola Morais, Adriana Bittar, Marcelo Solá, Divino Sobral e Enauro de Castro, ao lado de artistas contemporâneos como Benedito Ferreira, Emilliano Freitas, Âmbar Moura, Hilda de Paulo e Daniela Marques.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de seu caráter artístico e cultural, a exposição também assume um importante papel pedagógico ao construir um panorama das experiências, memórias e formas de organização LGBTQIAPN+ em Goiás. Ao reunir obras, documentos, produções audiovisuais e referências históricas de diferentes períodos, a mostra contribui para ampliar o conhecimento sobre a presença e a atuação das populações dissidentes de gênero e sexualidade no estado, evidenciando trajetórias frequentemente apagadas das narrativas oficiais. Nesse sentido, a exposição promove reflexões sobre pertencimento, resistência e direitos, aproximando o público de processos históricos fundamentais para a compreensão das transformações sociais e culturais em Goiás. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O título da exposição parte de uma fala do fotógrafo goiano Samuel Costa, que, em 1975, descreveu o desejo de fotografarar uma “pequena liberdade” ao se mudar para a França. A partir dessa ideia, a curadoria amplia o conceito de liberdade como espaço de disputa, criação e reinvenção de modos de existência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além das artes visuais, a mostra também incorpora produções audiovisuais, videoclipes e obras ligadas à música e à cultura drag goiana, destacando artistas como Banda Uó, Candy Mel, Bruna Mendez, Maaju, Valentina e Lulu Monamour. A proposta evidencia a diversidade de expressões artísticas que atravessam a construção das identidades LGBTQIAPN+ em Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integrando o projeto Trilogia Goiás, desenvolvido no âmbito do Laboratório de Curadoria da Faculdade de Artes Visuais da UFG, a iniciativa articula pesquisa acadêmica, extensão universitária e produção cultural, fortalecendo o compromisso da universidade com a promoção da diversidade, da reflexão crítica e do acesso à cultura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;strong&gt;MOSTRA CINE VIA LACTÉA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/card_04_cine.png" alt="Cine Via lactéa" width="259" height="324" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como desdobramento da programação expositiva, o CCUFG também recebe a mostra Cine Via Láctea, dedicada ao cinema brasileiro contemporâneo e às dissidências estéticas, territoriais e de gênero. Com coordenação e mediação de Paulo Duarte-Feitoza e Lucas Lustosa, a programação reúne exibições gratuitas de filmes de realizadores goianos no Teatro do Centro Cultural UFG, promovendo debates sobre corpo, memória, cidade e experiências LGBTQIAPN+ no audiovisual contemporâneo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/WhatsApp_Image_2026-05-29_at_14.28.49_%281%29.jpeg" alt="PauloVia" width="413" height="310" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: #808080;"&gt;Bate-papo com Diretor do longa "Granada", Benedito Ferreira. Na foto, Benedito Ferreira e Paulo Duarte-Feitoza. Foto: Lucas Lustosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A abertura, no dia 21 de maio, contou com a exibição de Granada (2023), de Benedito Ferreira, filme que transforma as ruas de Goiânia em espaço de encontro, memória e fabulação. No dia 28 de maio, será apresentado Capim-Navalha (2025), de Michel Queiroz, obra que aborda experiências trans na Chapada dos Veadeiros a partir das relações entre corpo, território e dissidência de gênero. Encerrando a programação, em 11 de junho, serão exibidos os curtas Urano (2013), Plutão (2015) e Netuno (2016), de Daniel Nolasco, produções que investigam desejo, masculinidades e afetos dissidentes em diferentes paisagens urbanas e interiores. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/WhatsApp_Image_2026-05-29_at_14.36.54.jpeg" alt="lucasvia" width="420" height="378" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: #808080;"&gt;Bate-papo com Diretor do longa "Granada", Michel Queiroz. Na foto, Michel Queiroz e Lucas Lustosa. Foto: Paulo Duarte-Feitoza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inspirado no histórico grupo Via Láctea, coletivo artístico criado em 1981 por estudantes da então Universidade Católica de Goiás, conhecido por suas proposições irreverentes que articulavam teatro, dança, música, mímica e sátira, o projeto estabelece conexões entre memória cultural, experimentação artística e narrativas dissidentes no cinema brasileiro contemporâneo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;_________________________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;_________________________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;___________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A seguir, o curador Paulo Duarte-Feitoza comenta os processos de construção da mostra, os diálogos entre arte e memória LGBTQIAPN+ em Goiás e a importância de iniciativas culturais voltadas à diversidade no contexto contemporâneo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_6154.JPG" alt="Paulo abertura essagl" width="434" height="289" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Foto: João Bastos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;ENTREVISTA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;João Bastos:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Como surgiu a proposta curatorial da exposição Essa grande liberdade: identidades LGBTQIAPN+ em Goiás?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza:&lt;/strong&gt; A exposição surgiu de uma inquietação antiga de pensar Goiás a partir de histórias, sensibilidades e experiências LGBTQIAPN+ que, durante muito tempo, permaneceram à margem das narrativas oficiais do estado. Ao longo dos últimos anos, fui percebendo a ausência de uma grande exposição histórica e coletiva dedicada a artistas LGBTQIAPN+ em Goiás, especialmente uma mostra que articulasse diferentes gerações, linguagens e contextos de produção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa começou de maneira bastante ampla, envolvendo arquivos, conversas com artistas, pesquisadores, militantes e pessoas que viveram diferentes momentos da cena cultural goiana. Aos poucos, a exposição foi se desenhando como um levantamento artístico e como uma investigação sobre memória, pertencimento, desejo, violência, amizade, festa e sobrevivência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existe ainda uma dimensão muito importante de afeto e reparação. A mostra nasce do desejo de construir espaços de visibilidade e reconhecimento para trajetórias que muitas vezes foram apagadas ou pouco legitimadas institucionalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;João Bastos:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;A exposição reúne artistas de diferentes gerações e linguagens. Como foi construir esse diálogo entre produções tão diversas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza:&lt;/strong&gt; Esse talvez tenha sido um dos maiores desafios e, ao mesmo tempo, uma das maiores riquezas da curadoria. A exposição reúne artistas que começam sua trajetória agora e artistas que atuam desde os anos 1970 e 1980. Também aproxima pintura, fotografia, vídeo, instalação, performance, audiovisual, cultura drag, ilustração, música e arquivos históricos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não me interessa buscar uma homogeneidade, mas assumir a diversidade como força poética. O diálogo não acontece porque as obras são semelhantes, mas porque elas compartilham questões ligadas ao corpo, à visibilidade, ao desejo, à construção de espaços de liberdade e às negociações cotidianas da existência LGBTQIAPN+ em Goiás e no Centro-Oeste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição foi construída muito mais como uma constelação de experiências do que como uma narrativa linear. Isso permitiu que obras de períodos e linguagens diferentes produzissem tensões, aproximações e atravessamentos bastante interessantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;João Bastos: De que maneira a mostra busca refletir as experiências LGBTQIAPN+ no contexto goiano e do Centro-Oeste?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza:&lt;/strong&gt; A exposição parte do entendimento de que as experiências LGBTQIAPN+ no Centro-Oeste possuem especificidades históricas, territoriais e culturais muito próprias. Existe frequentemente uma tendência de pensar as dissidências sexuais e de gênero apenas a partir dos grandes centros urbanos do Sudeste, e a mostra busca justamente deslocar esse eixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Goiás, essas experiências atravessam questões ligadas ao interior, à religiosidade, à cultura sertaneja, às estruturas familiares, à violência, mas também à criação de redes de afeto, amizade, humor, festa e resistência. A exposição procura mostrar que as existências LGBTQIAPN+ no estado não são periféricas em relação à cultura brasileira, mas constitutivas dela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reunindo artistas de diferentes cidades, gerações e contextos, a mostra evidencia a complexidade dessas vivências e como elas ajudaram a construir imaginários, linguagens e formas de existência no território goiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;João Bastos: A exposição acontece no marco dos 30 anos da manifestação do Grupo Ipê Rosa, na Praça Cívica. Como esse acontecimento histórico atravessa a curadoria?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza:&lt;/strong&gt; Esse acontecimento possui um peso simbólico muito importante para a exposição. Em 28 de junho de 1996, integrantes do Grupo Ipê Rosa realizaram um ato na Praça Cívica reivindicando visibilidade, existência e direitos para a população LGBTQIAPN+ em Goiânia. A exposição acontece justamente no aniversário de trinta anos desse marco histórico, e, por tanto, pensada para que assim fosse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A curadoria entende aquele gesto como um evento político, mas também como um gesto de ocupação simbólica do espaço público e de produção de memória. Existe uma dimensão muito forte de coragem naquela ação, especialmente se pensarmos o contexto social e político da época.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição procura criar um arco entre aquele momento e o presente, mostrando permanências, avanços e também tensões que continuam atravessando as experiências LGBTQIAPN+ no Brasil contemporâneo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;João Bastos: Quais desafios surgiram durante o processo de pesquisa e seleção das obras e artistas participantes?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza:&lt;/strong&gt; Um dos principais desafios foi justamente lidar com lacunas históricas. Muitas trajetórias importantes possuem pouca documentação, poucos registros preservados ou circularam pouco institucionalmente. Em diversos momentos, a pesquisa precisou acontecer por meio de conversas, memórias orais, arquivos pessoais e redes de afeto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também houve o desafio de construir uma exposição ampla sem transformar essa diversidade numa narrativa homogênea ou simplificadora. A curadoria precisou encontrar maneiras de preservar as singularidades de cada artista e, ao mesmo tempo, construir um percurso coletivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, existe sempre o desafio institucional e estrutural de realizar uma exposição dessa dimensão dentro de uma universidade pública, especialmente num cenário de limitações orçamentárias. Mas acredito que justamente aí reside uma das forças do projeto: mostrar que a universidade pública continua sendo um espaço fundamental de produção crítica, pesquisa, memória e transformação social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;João Bastos: A mostra incorpora artes visuais, audiovisual, música e cultura drag. Ao retratar as vivências da população LGBTQIAPN+, qual a importância de trabalhar essas diferentes expressões em conjunto?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza:&lt;/strong&gt; Era fundamental que a exposição não restringisse a produção LGBTQIAPN+ apenas às linguagens tradicionalmente legitimadas pelo circuito das artes visuais. A cultura LGBTQIAPN+ sempre produziu formas de criação que passam pela música, performance, audiovisual, moda, cultura clubber, dança e cultura drag.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição entende essas práticas como campos legítimos de produção estética e política. Incorporar videoclipes, performances, cultura drag e audiovisual é também reconhecer que muitas experiências LGBTQIAPN+ historicamente construíram seus espaços de existência justamente fora das instituições tradicionais da arte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso amplia a própria noção de exposição e tensiona a ideia do que entendemos como arte contemporânea, especialmente dentro do contexto de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;João Bastos: Como você avalia o papel das universidades e dos centros culturais na promoção de exposições voltadas à diversidade e à memória LGBTQIAPN+?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza:&lt;/strong&gt; Acredito que universidades públicas e centros culturais possuem um papel absolutamente fundamental nesse processo. Em muitos casos, são justamente essas instituições que conseguem desenvolver pesquisas de longo prazo, preservar arquivos, construir memória crítica e promover debates públicos mais complexos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto brasileiro atual, realizar uma exposição como Essa grande liberdade dentro de uma universidade pública possui um significado político muito forte. Significa afirmar que a produção de conhecimento, cultura e memória também passa pelo reconhecimento das experiências LGBTQIAPN+.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, esses espaços têm a responsabilidade de ampliar o acesso, promover ações educativas e criar condições para que diferentes públicos possam entrar em contato com essas histórias e produções.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;João Bastos: O projeto integra a Trilogia Goiás. Como essa exposição dialoga com a exposição Não Vou Negar: artes visuais, território e música sertaneja, a última pesquisa do projeto?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza:&lt;/strong&gt; As duas exposições partem de uma mesma tentativa: pensar Goiás a partir da arte, da cultura e das experiências sociais que atravessam este território. Tenho muito incômodo com as simplificações e os estereótipos frequentemente associados ao estado, e as duas mostras nascem justamente do desejo de enfrentá-los.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Não Vou Negar, a pesquisa buscava compreender como a música sertaneja constitui uma dimensão fundamental da experiência cultural goiana e do Brasil Central, ainda que muitas vezes seja tratada de maneira simplificada ou caricatural. A exposição investigava como a paisagem, o melodrama, os conflitos entre campo e cidade e as transformações do interior ajudaram a construir imaginários sobre Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já em Essa grande liberdade, o foco se desloca para as experiências LGBTQIAPN+, mas permanece o interesse em discutir pertencimento, identidade, memória e território. As duas exposições procuram tensionar imagens cristalizadas sobre Goiás e revelar a complexidade cultural, afetiva e política do estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De certa maneira, ambas integram um esforço mais amplo de construir leituras menos estereotipadas e mais complexas sobre o Centro-Oeste brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;João Bastos: Quais reflexões você espera que o público leve consigo após visitar a exposição?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Duarte-Feitoza:&lt;/strong&gt; É difícil responder essa pergunta. Espero que o público saia da exposição com a percepção de que as experiências LGBTQIAPN+ fazem parte da história cultural, política e afetiva de Goiás. Que compreenda que essas trajetórias não são marginais ou secundárias, mas fundamentais para entendermos o estado e suas transformações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também espero que a exposição produza encontros, identificações e deslocamentos. Que pessoas LGBTQIAPN+ possam se reconhecer na mostra e perceber que suas histórias possuem valor, força e memória. E que pessoas que talvez nunca tenham refletido sobre essas questões possam ampliar seus olhares e sensibilidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fundo, acredito que a exposição fala sobre liberdade, mas também sobre presença. Sobre o direito de existir, ocupar espaços, produzir memória e imaginar futuros possíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Homem_vendo_pintura.JPG" alt="Homem vendo pintura" width="685" height="488" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Foto: João Bastos&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.295; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8pt;"&gt;Então, em um contexto historicamente marcado por invisibilizações e disputas em torno da diversidade, uma exposição dedicada às múltiplas experiências LGBTQIAPN+ no Centro-Oeste possui importante dimensão cultural, social e política. Ao reunir diferentes gerações, linguagens artísticas e trajetórias de vida, a mostra amplia espaços de representação e memória, evidenciando a pluralidade das vivências dissidentes na região. A realização da exposição também ganha ainda mais relevância ao acontecer no marco dos 30 anos da manifestação realizada pelo Grupo Ipê Rosa, em 1996, na Praça Cívica, em Goiânia, considerada um dos primeiros atos públicos de orgulho LGBT+ do país. Ao estabelecer esse diálogo entre passado e presente, a mostra e a exposição reafirmam a arte como espaço de resistência, memória e visibilidade, fortalecendo debates sobre liberdade, pertencimento e direitos no contexto goiano e brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.295; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.295; margin-top: 0pt; margin-bottom: 8pt;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/joaooo12.png" alt="joaooo" width="260" height="260" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;João Bastos é estudante de Relações Públicas na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura de eventos culturais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 27 May 2026 16:00:46 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/201336-centro-cultural-ufg-recebe-a-exposicao-essa-grande-liberdade-e-mostra-de-cinema-cine-via-lactea-dedicadas-as-vivencias-lgbtqiapn-em-goias</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Centro Cultural UFG recebe espetáculo “Cabaré das Divas” nesta quarta-feira</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Cabaré das divas" title="Cabaré das divas" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/cabar%C3%A9_das_divas.jpg?1778096735" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Centro Cultural UFG recebeu o espetáculo Cabaré das Divas, uma iniciativa formativa dedicada à descoberta, incentivo e preparação de novos talentos da arte drag.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;Por: João Bastos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG) recebeu, nesta quarta-feira, 6 de maio, às 20h, a edição 2026 do projeto Cabaré das Divas, a ação Camarim Drag, um dos espetáculos drag mais relevantes e longevos da cena cultural de Goiânia e da região Centro-Oeste. Com entrada gratuita, a apresentação reforçou o compromisso da universidade com a promoção da diversidade, da arte e da cultura contemporânea.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há mais de uma década em cartaz, contando com 125 edições e apresentações de mais de 2 mil números inéditos, recebendo em seu palco mais de 100 drag queens goianas.  O Cabaré das Divas consolidou-se como uma importante iniciativa artística que dialoga com a tradição do teatro de revista, incorporando elementos de humor, música, coreografias e sátira em uma estética atual e acessível. A cada edição, o espetáculo reúne um elenco diverso de artistas que dão vida a performances inspiradas em grandes divas nacionais e internacionais, proporcionando ao público uma experiência dinâmica, interativa e marcada pela criatividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/cabar%C3%A9_2.jpg" alt="Cbaré das divas" width="352" height="439" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A apresentação desta quarta-feira integrou a ação Camarim Drag, voltado à formação e ao incentivo de novos talentos da arte drag. Com um elenco que reúne integrantes do grupo Jú Onze e 24, artistas já consagrados da cena drag goiana e novos talentos do humor e da arte transformista. A iniciativa se destaca por promover o encontro entre artistas experientes e novos nomes da cena cultural, contribuindo para a renovação e fortalecimento da produção artística local, além de promover o encontro entre diferentes gerações da cultura LGBTQIAPN+ e fortalecendo a cena artística local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Premiado e reconhecido por sua contribuição à cultura e à diversidade, o Cabaré das Divas reafirma seu papel como espaço de criação, resistência, humor e celebração da arte drag, mantendo viva a tradição do cabaré brasileiro com uma linguagem atual, inclusiva e conectada com o público contemporâneo &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A realização do evento conta com o apoio institucional do CCUFG, da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) e da Universidade Federal de Goiás (UFG), fortalecendo a missão da universidade de fomentar iniciativas culturais que dialoguem com a sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/joaooo12.png" alt="joaooo" width="251" height="251" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;João Bastos é estudante de Relações Públicas na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura de eventos culturais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 06 May 2026 15:46:20 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/200753-centro-cultural-ufg-recebe-espetaculo-cabare-das-divas-nesta-quarta-feira</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Concertos UFG recebe Piano Trio com obras de Haydn, Guerra-Peixe e Piazzolla</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="5864242345" title="5864242345" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Foto_%2857%29.JPG?1777552275" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Apresentação acontece nesta quarta-feira (29), no Teatro do CCUFG, com entrada gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;Por: João Bastos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Centro Cultural UFG recebe, nesta quarta-feira (29/04), mais uma edição do projeto Concertos UFG, com a apresentação do Piano Trio, formado por Luciano Pontes (violino), Emerson Nazario (violoncelo) e Ana Flávia Frazão (piano). O concerto acontece às 20h, no Teatro do CCUFG, com entrada gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Antes da apresentação, às 19h30, o público poderá participar de uma palestra conduzida por Gyovana Carneiro, que abordará os compositores e as obras do programa, em uma proposta de formação de plateia e aproximação entre artistas e ouvintes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O repertório reúne três universos musicais distintos: o classicismo de Joseph Haydn, a expressividade da música brasileira de César Guerra-Peixe e a intensidade do argentino Astor Piazzolla.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Concertos UFG é um projeto dedicado à difusão da música de concerto e à formação de público, promovendo apresentações comentadas que ampliam a experiência de escuta e aproximam o público do repertório e de seus contextos históricos e estéticos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A coordenação geral é de Gyovana Carneiro e a direção artística de Ana Flávia Frazão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/35135112.png" alt="JOAOAO" width="243" height="243" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="body"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="2865" data-end="3061"&gt;&lt;strong&gt;João Bastos é estudante de Relações Públicas na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura de eventos culturais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p class="categories"&gt;&lt;span class="categories-label"&gt;Categorias:&lt;/span&gt;&lt;a class="weby-label default" href="/news?tags=Festival+da+M%C3%BAsica"&gt;Festival da Música&lt;/a&gt;&lt;a class="weby-label default" href="/news?tags=CCUFG"&gt;CCUFG&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:31:18 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/200519-concertos-ufg-recebe-piano-trio-com-obras-de-haydn-guerra-peixe-e-piazzolla</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Festival Internacional de Música Instrumental reúne artistas nacionais e internacionais no CCUFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="123255" title="123255" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/_morrifazendoarte_NicolasKrassik18.jpg?1776878519" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento gratuito convida o público a uma imersão sensível na diversidade da música instrumental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Por: João Bastos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="449" data-end="799"&gt;Entre os dias 22 e 24 de abril, o Centro Cultural UFG abre suas portas para uma experiência dedicada à escuta, à diversidade e ao encontro entre culturas. O Festival Internacional de Música Instrumental - Plant Festival reúne artistas do Brasil e do exterior em uma programação gratuita, sempre a partir das 19h, no Teatro do CCUFG.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="801" data-end="1158"&gt;Mais do que uma sequência de apresentações, o festival propõe um percurso pela riqueza da música instrumental, transitando por gêneros como choro, samba, baião, maracatu e maxixe, em diálogo com o jazz. Ao explorar essas sonoridades, o evento evidencia a pluralidade da música brasileira e sua capacidade de se reinventar a partir de diferentes influências.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1160" data-end="1446"&gt;Um dos destaques da programação é o violinista Nicolas Krassik, que se apresenta na noite de abertura. Com uma trajetória profundamente conectada ao Brasil, o músico construiu sua identidade artística a partir do encontro com diferentes tradições musicais do país.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1160" data-end="1446"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/_morrifazendoarte_NicolasKrassik4.jpg" alt="Foto Nicolas Krassik performando " width="540" height="360" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="1160" data-end="1446"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Foto: Victor Paris&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1448" data-end="1956"&gt;Em entrevista ao CCUFG, Nicolas Krassik, afirma que o interesse pela música brasileira começou ainda na França, em encontros informais que despertaram sua curiosidade. “Conheci a música brasileira há mais de 30 anos e me apaixonei. Eram festas que aconteciam em Paris. Depois de um tempo, resolvi conhecer o Brasil de perto e me apaixonei em dobro”, conta. Segundo o artista, a decisão de permanecer no país foi impulsionada tanto pela música quanto pela experiência de vida: “No início, só vim para pesquisar e estudar, mas não consegui voltar para a França”.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1958" data-end="2239"&gt;Esse envolvimento se aprofundou rapidamente. Ao receber convites de nomes como Beth Carvalho e Marisa Monte, Krassik percebeu novas possibilidades para o seu instrumento. “Percebi que o violino podia entrar nesse universo, e isso se tornou meu objetivo e minha identidade”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2241" data-end="2581"&gt;Entre as diversas influências que atravessam sua trajetória, o forró ocupa um lugar central. Presente desde os primeiros contatos com a música brasileira, o gênero ganhou ainda mais força ao longo de sua carreira. “Sempre misturei choro, samba, forró, MPB... Mas o forró ganhou destaque maior quando criei minha banda Cordestinos”, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2583" data-end="2960"&gt;Na construção dessa sonoridade, o artista também dialoga com tradições populares brasileiras. Inspirado por mestres da rabeca, como Luiz Paixão, Krassik incorporou elementos como fraseado, articulação e balanço ao seu estilo. Ao mesmo tempo, destaca a influência da sanfona: “Acredito que fui muito influenciado pela sanfona brasileira, por mestres como Dominguinhos e Sivuca”.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2962" data-end="3283"&gt;Sua formação na música clássica e no jazz também se faz presente, mas de maneira orgânica. “Não penso nessa construção de forma consciente. É a minha bagagem. As coisas acontecem naturalmente, sempre com a ajuda dos músicos com quem eu toco”, afirma, destacando o papel do diálogo na construção de repertórios e arranjos.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="3285" data-end="3665"&gt;Ao longo de sua trajetória no Brasil, o violinista acumulou encontros marcantes com grandes nomes da música. “Ter conhecido João Bosco, Beth Carvalho e Gilberto Gil, e ter tocado com eles, foram pontos muito altos da minha vida musical”, relembra. Ele também destaca parcerias com músicos como Hamilton de Holanda, Yamandu Costa e Carlos Malta como fundamentais para sua formação.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="3667" data-end="4000"&gt;No palco, a relação com o público é parte essencial da experiência musical. “Sempre gostei dessa comunicação, ela é essencial para mim. Presto muita atenção nas reações, observo do palco. Sem essa troca, fica muito difícil”, afirma. Para o músico, o público brasileiro se destaca pelo envolvimento: “É muito comunicativo e caloroso”.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="4002" data-end="4229"&gt;Com passagens anteriores por Goiânia, Krassik demonstra expectativa positiva para o reencontro com o público local. “Já toquei no festival de jazz de Goiânia e foi maravilhoso. Tenho certeza de que não será diferente”, comenta.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="4231" data-end="4491"&gt;Ao refletir sobre a música instrumental, o artista destaca sua potência expressiva. “Acredito que ela dá ao público a oportunidade de fazer sua própria interpretação, sem a mediação de palavras. A música pode ir para várias direções, com muita liberdade”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="4493" data-end="4758"&gt;Para a apresentação no CCUFG, a proposta é justamente transitar entre escuta e movimento. “Quero que o público perceba que o forró pode estar nesse lugar de escuta atenta e valorização, mas também que sinta &lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;vontade&lt;/span&gt; de levantar e dançar — e que faça isso”, completa.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2590" data-end="2863"&gt;A programação tem início na quarta-feira (22/04), com Bruno Rejan Quarteto e Nicolas Krassik. Na quinta-feira (23/04), apresentam-se Matheus Guerra Quarteto e Trio Meyer Ferreira. O encerramento, na sexta-feira (24/04), fica por conta de Larissa Ramos e Amilton Godoy Trio.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2865" data-end="3061"&gt;O festival reafirma o compromisso do CCUFG com a difusão cultural e o incentivo ao intercâmbio artístico. O projeto conta com apoio do Programa Goyazes de Incentivo à Cultura, do Governo de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2865" data-end="3061"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2865" data-end="3061"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2865" data-end="3061"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2865" data-end="3061"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/imagem_cortada_circular.png" alt="imagem para indicar autoria das reportagens do site" width="182" height="183" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="2865" data-end="3061"&gt;&lt;strong&gt;João Bastos é estudante de Relações Públicas na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura de eventos culturais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:50:36 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/200340-festival-internacional-de-musica-instrumental-reune-artistas-nacionais-e-internacionais-no-ccufg</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Centro Cultural UFG receberá apresentações da mostra “Dança Negra Contemporânea”</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Card de lançamento Mostra Dança Negra Contemporânea" title="Card de lançamento Mostra Dança Negra Contemporânea" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/CARD_01_-_LANC%CC%A7AMENTO_.jpg?1775756888" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O grupo de dança Nômades e a Associação Cultural Criativa reúnem 3 apresentações que compõem o fio condutor da Mostra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;em&gt;Por: João Bastos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG) recebe, entre os dias 14 e 16 de abril, a Mostra de Dança Negra, que iniciou dia 07/04, realizada pelo coletivo Nômades Dança e pela Associação Cultural Criativa. O evento reúne atividades formativas e apresentações, promovendo o encontro entre artistas, estudantes e comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo da programação, serão realizadas oficinas voltadas à dança, com foco na troca de experiências, no compartilhamento de práticas corporais e no fortalecimento de referências ligadas às culturas negras e afro-diaspóricas. As atividades buscam ampliar o acesso à formação artística e incentivar a participação do público em processos criativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os dias 14, 15 e 16 de abril, no CCUFG, serão apresentados 3 espetáculos de dança contemporânea, com até 1 hora de duração cada, compondo o fio condutor da Mostra. Os espetáculos abordam temas como identidade, memória e resistência, evidenciando a dança como forma de expressão e reflexão social. Ainda, cada companhia ou artista selecionado, oferecerá uma roda de conversa após cada apresentação e um workshop/oficina com a temática ou aspectos que envolvem a construção do espetáculo dentro de  uma perspectiva afrocentrada e de educação antirracista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Mostra de Dança Negra integra as ações do CCUFG voltadas à valorização da diversidade cultural e ao incentivo à produção artística. A iniciativa também contribui para o fortalecimento de coletivos e artistas independentes, ampliando o acesso à cultura em Goiânia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programação:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;14 DE ABRIL DE 2026 - 20H&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Artistas Homenageadas - Maria Zita Ferreira e Cristiane Santos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espetáculo - &lt;strong&gt;Trama&lt;/strong&gt; - 45min&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img style="width: 333px; height: 222px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SECULT_ESPETACULO_TRAMA_DO_NOMADES_GRUPO_DE-DANCA_POR_ANDRESA_MORENO.JPEG-1536x1024-1.jpg" alt="tramasss" width="1536" height="1024" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Nômades grupo de dança no espetáculo Tramas&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Nômades Grupo de Dança&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Classificação Indicativa 10 Anos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ingresso Solidário - Doe 1kg de Alimento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;15 DE ABRIL DE 2026 - 20H&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Artistas Homenageados - Luciana Caetano e Wanderley Cavalcante&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espetáculo &lt;strong&gt;Adobe&lt;/strong&gt; - 50min&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img style="width: 339px; height: 226px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/adobe-scaled.jpeg" alt="Luciana Caetano" width="1920" height="1280" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Luciana Caetano em Adobe&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Solo Grupo de Dança&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Classificação Indicativa Livre&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ingresso Solidário - Doe 1kg de Alimento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;16 DE ABRIL DE 2026 - 20H&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Artistas Homenageados: Renata Kabilaewatala, Ana Maria Veiga Alencastro (Sinhá) e William Bernardes&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Espetáculo&lt;strong&gt; Por Cima do Mar eu Vim&lt;/strong&gt; - 50min&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img style="width: 330px; height: 220px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Por-Cima-do-Mar-Eu-Vim_0110_LayzaVasconcelos_LVC_8515_2024-05-23-09-07-02.jpg" alt="Layza" width="1920" height="1281" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Por cima do mar eu vim. Foto: Layza Vasconcelos&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Núcleo Coletivo 22&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Classificação Indicativa Livre&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ingresso Solidário - Doe 1kg de Alimento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;FICHA TÉCNICA – DANÇA NEGRA CONTEMPORÂNEA – MOSTRA ARTÍSTICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Direção e Coordenação Geral: William Bernardes&lt;br /&gt;Produção Geral: Aline Isabel&lt;br /&gt;Curadoria: Dinekelle Lemes&lt;br /&gt;Design Gráfico: Douglas Jacinto&lt;br /&gt;Assessoria de Comunicação: Amanda Costa - Amora Comunicação&lt;br /&gt;Fotografia e Social Mídia: Gustavo Elias&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/imagem_cortada_circular.png" alt="imagem para indicar autoria das reportagens do site" width="161" height="162" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;João Bastos é estudante de Relações Públicas na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura de eventos culturais.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:20:15 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/199976-centro-cultural-ufg-recebera-apresentacoes-da-mostra-danca-negra-contemporanea</link>
      <guid>https://centrocultural.ufg.br/n/199976-centro-cultural-ufg-recebera-apresentacoes-da-mostra-danca-negra-contemporanea</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Agbês em Cortejo faz do 8 de março um território de som, luta e encontro no CCUFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="banbdanaa" title="banbdanaa" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4639.JPG?1774443863" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Realizado no Dia Internacional das Mulheres, o evento Agbês em Cortejo, engajou o público com pautas sobre enfrentamento à violência de gênero e práticas de autocuidado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Texto por: Lucas Lustosa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="115" data-end="531"&gt;No último dia 8 de março de 2026, o Centro Cultural UFG foi tomado por sons, movimentos e encontros durante a realização do evento &lt;em data-start="246" data-end="264"&gt;Agbês em Cortejo&lt;/em&gt;, conduzido pela maestrina, arte-educadora e percussionista Giovanna Paglia. A atividade integrou a programação do Dia Internacional das Mulheres e reuniu participantes em uma experiência coletiva marcada pela diversidade de presenças e pela construção compartilhada.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 728px; height: 485px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4119.JPG" alt="agbeeeA" width="1905" height="1270" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Giovanna Paglia em Toques de Agbê. Foto: João Lúcio Mariano&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="115" data-end="531"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="533" data-end="861"&gt;Realizado pelo Centro Cultural UFG (CCUFG), em parceria com o Coletivo Aruá e o Quilombo Cultural Orum Ayiê, o evento contou com patrocínio da Fundação de Apoio à Pesquisa (FUNAPE) e do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (Sint-IFESGO).&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="863" data-end="1315"&gt;A programação teve início às 17h com uma oficina aberta ao público, na qual Giovanna Paglia apresentou o agbê como instrumento central de uma vivência musical que atravessa diferentes tradições culturais. Reconhecido por sua presença marcante nas culturas afro-brasileiras, o agbê foi explorado a partir de suas dimensões técnicas, simbólicas e históricas, permitindo às/aos participantes uma imersão nos saberes que envolvem sua construção e execução.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1317" data-end="1836"&gt;Com trajetória consolidada na cena percussiva brasileira, Paglia compartilhou seu método de ensino desenvolvido ao longo de quase sete anos à frente da iniciativa Agbelas. A abordagem proposta articula práticas pedagógicas contemporâneas com a valorização de saberes tradicionais, promovendo um ambiente acessível, sensível e coletivo de aprendizagem. Durante a oficina, além da experimentação sonora, foram discutidos os contextos culturais do instrumento e seu papel na formação de vínculos e expressões comunitárias.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 672px; height: 448px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4639.JPG" alt="banbdanaa" width="1905" height="1270" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Foto: Lucas Lustosa&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="1317" data-end="1836"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1838" data-end="2120"&gt;O encontro reuniu mulheres de diferentes trajetórias, idades e contextos, além da participação de homens que se somaram à atividade, fortalecendo a dimensão plural e colaborativa da proposta. A diversidade do público contribuiu para um espaço de troca, escuta e construção conjunta.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2122" data-end="2534"&gt;Ao final da atividade formativa, o público foi convidado a integrar um cortejo que ocupou os espaços do Centro Cultural UFG, em diálogo com o corpo percussivo do bloco afro Tambores do Orum, ligado ao Quilombo Cultural Orum Ayiê. O cortejo se configurou como um momento de celebração e também de manifestação, trazendo à tona pautas relacionadas à violência de gênero, aos direitos das mulheres e ao autocuidado.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 542px; height: 361px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4568.JPG" alt="orummm" width="1905" height="1270" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Momento do Cortejo. Foto: Lucas Lustosa&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="2122" data-end="2534"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2536" data-end="2920"&gt;A ação reforçou o caráter coletivo e engajado da iniciativa, evidenciando a potência da arte como ferramenta de mobilização social e convivência. Ao reunir coletivos, instituições e diferentes sujeitos em torno da música e da experiência compartilhada, o evento contribuiu para o fortalecimento de redes culturais e para a ampliação do acesso a práticas artísticas no estado de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 584px; height: 389px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4620_%281%29.JPG" alt="todoosagbe" width="1905" height="1270" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Desfecho do cortejo. Foto: João Lúcio Mariano&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="2536" data-end="2920"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2922" data-end="3238" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Ao promover o encontro entre diferentes agentes culturais e institucionais, o &lt;em data-start="3000" data-end="3018"&gt;Agbês em Cortejo&lt;/em&gt; reafirma o compromisso do Centro Cultural UFG e de suas parcerias com a democratização do acesso à cultura e o incentivo a práticas artísticas voltadas à construção de espaços mais diversos, inclusivos e participativos.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 10:14:28 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/199621-agbes-em-cortejo-faz-do-8-de-marco-um-territorio-de-som-luta-e-encontro-no-ccufg</link>
      <guid>https://centrocultural.ufg.br/n/199621-agbes-em-cortejo-faz-do-8-de-marco-um-territorio-de-som-luta-e-encontro-no-ccufg</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Edital PROEC Nº 09/2026 - 3º Colecionart - Feira de Artes do CCUFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="8885558" title="8885558" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/3%C2%AA.png?1774383864" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Credenciamento gratuito seleciona até 30 expositores para feira de artes no Centro Cultural UFG, com inscrições abertas de 25 de março a 15 de abril de 2026.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="0" data-end="205"&gt;A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFG (PROEC) torna público o edital PROEC nº 09/2026, referente à chamada pública de credenciamento para participação na 3ª Colecionart – Feira de Artes do CCUFG.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="207" data-end="677"&gt;A iniciativa tem como objetivo selecionar propostas de artistas, coletivos, estudantes de artes e demais interessados em expor e comercializar produtos artísticos no evento, que será realizado no dia 9 de maio de 2026, das 14h às 21h, no pátio do Centro Cultural UFG. A ação busca fortalecer a valorização da produção artística local, promover o intercâmbio entre saberes acadêmicos e populares e ampliar os espaços de circulação cultural dentro da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="679" data-end="856"&gt;Serão selecionados até 30 expositores, e não haverá cobrança de taxa de inscrição, sendo permitida a comercialização dos produtos sem participação financeira da organização.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="858" data-end="1023"&gt;As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas entre os dias 25 de março e 15 de abril de 2026 (até às 17h), exclusivamente por meio da &lt;a href="https://web.ufg.br/plateia-editais/#/edital/-edital-proec-n-092026---chamada-publica-de-credenciamento-para-o-evento-3-colecionart-feira-de-artes-do-ccufg"&gt;Plataforma Plateia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1028" data-end="1054"&gt;Edital: &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/1Cjj_LpiOCqhFx1Eb6sOJIJL70q0pJsBP/view"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1056" data-end="1344" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;strong&gt;Inscrições:&lt;/strong&gt; 25/03 a 15/04 (17h)&lt;br data-start="1091" data-end="1094" /&gt;&lt;strong&gt;Homologação preliminar: &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/HOMOLOGA%C3%87%C3%83O_COLECIONART.pdf"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br data-start="1133" data-end="1136" /&gt;&lt;strong&gt;Recurso (homologação):&lt;/strong&gt; 20/04 (17h) &lt;br data-start="1174" data-end="1177" data-is-only-node="" /&gt;&lt;strong&gt;Homologação final:&lt;/strong&gt; &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/1B_EZnsAksuDbSvMnUAqMj-UhvLGrhZUX/view?usp=sharing"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;br data-start="1211" data-end="1214" /&gt;&lt;strong&gt;Avaliação:&lt;/strong&gt; 23/04 a 24/04&lt;br data-start="1242" data-end="1245" /&gt;&lt;strong&gt;Resultado preliminar:&lt;/strong&gt; &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_6151901_Resultado.pdf"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;br data-start="1282" data-end="1285" /&gt;&lt;strong&gt;Recurso:&lt;/strong&gt; 29/04 (17h)&lt;br data-start="1309" data-end="1312" /&gt;&lt;strong&gt;Resultado final: &lt;/strong&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_6165970_Resultado.pdf"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:12:19 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/199599-edital-proec-n-09-2026-3-colecionart-feira-de-artes-do-ccufg</link>
      <guid>https://centrocultural.ufg.br/n/199599-edital-proec-n-09-2026-3-colecionart-feira-de-artes-do-ccufg</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Edital PROEC Nº 06/2026 - Galerias do CCUFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="galeria2" title="galeria2" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/galeria2.jpeg?1582742412" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;PROEC abre inscrições para a ocupação das Galerias do CCUFG para o segundo semestre de 2026&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/galeria22.jpeg" alt="galeria2." width="893" height="595" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura UFG torna público o edital PROEC n°06/2026, para seleção de propostas artísticas para ocupação das galerias do Centro Cultural UFG no segundo semestre de 2026.   &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A presente Chamada Pública, visando à divulgação da cultura e a democratização das produções artísticas ao nível local, regional, nacional e internacional, tem por objeto selecionar artistas e coletivos artísticos interessados em integrar o calendário de exposições de Artes Visuais das Galerias 1, 2 e Galeria de Vidro do CCUFG, previstas para acontecerem na segunda metade de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições das propostas serão gratuitas e ocorrerão no período de 24/03/2026 a 15/04/2026 até às 17h, por meio da plataforma&lt;a href="https://web.ufg.br/plateia-editais/#/edital/edital-proec-n-062026-edital-de-selecao-de-propostas-artisticas-para-ocupacao-dos-espacos-expositivos-do-centro-cultural-ufg---2026"&gt; Plateia&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Edital: &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/14_xeM2rL28FoykESrj0LQpV3iNct4JyF/view"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inscrições: 25/03 a 15/04 (17h)&lt;br /&gt;Homologação preliminar: &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/10t0HAo8SqrPBl_8Lh4DXZU08TavhPa9B/view?usp=sharing"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recurso (homologação): 24/04 (17h)&lt;br /&gt;Homologação final: &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_6151369_Homologacao_das_Inscricoes_%281%29.pdf"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Avaliação: 29/04 a 04/05&lt;br /&gt;Resultado preliminar: &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_6166001_Resultado_preliminar_galeria.pdf"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recurso: 06/05 (17h)&lt;br /&gt;Resultado final: &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_6184473_Resultado.pdf"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:26:44 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/199550-edital-proec-n-06-2026-galerias-do-ccufg</link>
      <guid>https://centrocultural.ufg.br/n/199550-edital-proec-n-06-2026-galerias-do-ccufg</guid>
    </item>
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