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    <title>Centro Cultural UFG</title>
    <description>Centro Cultural UFG</description>
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      <title>Agbês em Cortejo faz do 8 de março um território de som, luta e encontro no CCUFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="banbdanaa" title="banbdanaa" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4639.JPG?1774443863" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Realizado no Dia Internacional das Mulheres, o evento Agbês em Cortejo, engajou o público com pautas sobre enfrentamento à violência de gênero e práticas de autocuidado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Texto por: Lucas Lustosa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="115" data-end="531"&gt;No último dia 8 de março de 2026, o Centro Cultural UFG foi tomado por sons, movimentos e encontros durante a realização do evento &lt;em data-start="246" data-end="264"&gt;Agbês em Cortejo&lt;/em&gt;, conduzido pela maestrina, arte-educadora e percussionista Giovanna Paglia. A atividade integrou a programação do Dia Internacional das Mulheres e reuniu participantes em uma experiência coletiva marcada pela diversidade de presenças e pela construção compartilhada.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 728px; height: 485px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4119.JPG" alt="agbeeeA" width="1905" height="1270" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Giovanna Paglia em Toques de Agbê. Foto: João Lúcio Mariano&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="115" data-end="531"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="533" data-end="861"&gt;Realizado pelo Centro Cultural UFG (CCUFG), em parceria com o Coletivo Aruá e o Quilombo Cultural Orum Ayiê, o evento contou com patrocínio da Fundação de Apoio à Pesquisa (FUNAPE) e do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (Sint-IFESGO).&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="863" data-end="1315"&gt;A programação teve início às 17h com uma oficina aberta ao público, na qual Giovanna Paglia apresentou o agbê como instrumento central de uma vivência musical que atravessa diferentes tradições culturais. Reconhecido por sua presença marcante nas culturas afro-brasileiras, o agbê foi explorado a partir de suas dimensões técnicas, simbólicas e históricas, permitindo às/aos participantes uma imersão nos saberes que envolvem sua construção e execução.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1317" data-end="1836"&gt;Com trajetória consolidada na cena percussiva brasileira, Paglia compartilhou seu método de ensino desenvolvido ao longo de quase sete anos à frente da iniciativa Agbelas. A abordagem proposta articula práticas pedagógicas contemporâneas com a valorização de saberes tradicionais, promovendo um ambiente acessível, sensível e coletivo de aprendizagem. Durante a oficina, além da experimentação sonora, foram discutidos os contextos culturais do instrumento e seu papel na formação de vínculos e expressões comunitárias.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 672px; height: 448px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4639.JPG" alt="banbdanaa" width="1905" height="1270" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Foto: Lucas Lustosa&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="1317" data-end="1836"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1838" data-end="2120"&gt;O encontro reuniu mulheres de diferentes trajetórias, idades e contextos, além da participação de homens que se somaram à atividade, fortalecendo a dimensão plural e colaborativa da proposta. A diversidade do público contribuiu para um espaço de troca, escuta e construção conjunta.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2122" data-end="2534"&gt;Ao final da atividade formativa, o público foi convidado a integrar um cortejo que ocupou os espaços do Centro Cultural UFG, em diálogo com o corpo percussivo do bloco afro Tambores do Orum, ligado ao Quilombo Cultural Orum Ayiê. O cortejo se configurou como um momento de celebração e também de manifestação, trazendo à tona pautas relacionadas à violência de gênero, aos direitos das mulheres e ao autocuidado.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 542px; height: 361px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4568.JPG" alt="orummm" width="1905" height="1270" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Momento do Cortejo. Foto: Lucas Lustosa&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="2122" data-end="2534"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2536" data-end="2920"&gt;A ação reforçou o caráter coletivo e engajado da iniciativa, evidenciando a potência da arte como ferramenta de mobilização social e convivência. Ao reunir coletivos, instituições e diferentes sujeitos em torno da música e da experiência compartilhada, o evento contribuiu para o fortalecimento de redes culturais e para a ampliação do acesso a práticas artísticas no estado de Goiás.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 584px; height: 389px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/IMG_4620_%281%29.JPG" alt="todoosagbe" width="1905" height="1270" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Desfecho do cortejo. Foto: João Lúcio Mariano&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="2536" data-end="2920"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2922" data-end="3238" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Ao promover o encontro entre diferentes agentes culturais e institucionais, o &lt;em data-start="3000" data-end="3018"&gt;Agbês em Cortejo&lt;/em&gt; reafirma o compromisso do Centro Cultural UFG e de suas parcerias com a democratização do acesso à cultura e o incentivo a práticas artísticas voltadas à construção de espaços mais diversos, inclusivos e participativos.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 10:14:28 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/199621-agbes-em-cortejo-faz-do-8-de-marco-um-territorio-de-som-luta-e-encontro-no-ccufg</link>
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      <title>Edital PROEC Nº 09/2026 - 3º Colecionart - Feira de Artes do CCUFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="8885558" title="8885558" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/3%C2%AA.png?1774383864" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Credenciamento gratuito seleciona até 30 expositores para feira de artes no Centro Cultural UFG, com inscrições abertas de 25 de março a 15 de abril de 2026.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="0" data-end="205"&gt;A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFG (PROEC) torna público o edital PROEC nº 09/2026, referente à chamada pública de credenciamento para participação na 3ª Colecionart – Feira de Artes do CCUFG.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="207" data-end="677"&gt;A iniciativa tem como objetivo selecionar propostas de artistas, coletivos, estudantes de artes e demais interessados em expor e comercializar produtos artísticos no evento, que será realizado no dia 9 de maio de 2026, das 14h às 21h, no pátio do Centro Cultural UFG. A ação busca fortalecer a valorização da produção artística local, promover o intercâmbio entre saberes acadêmicos e populares e ampliar os espaços de circulação cultural dentro da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="679" data-end="856"&gt;Serão selecionados até 30 expositores, e não haverá cobrança de taxa de inscrição, sendo permitida a comercialização dos produtos sem participação financeira da organização.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="858" data-end="1023"&gt;As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas entre os dias 25 de março e 15 de abril de 2026 (até às 17h), exclusivamente por meio da &lt;a href="https://web.ufg.br/plateia-editais/#/edital/-edital-proec-n-092026---chamada-publica-de-credenciamento-para-o-evento-3-colecionart-feira-de-artes-do-ccufg"&gt;Plataforma Plateia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1028" data-end="1054"&gt;Edital: &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/1Cjj_LpiOCqhFx1Eb6sOJIJL70q0pJsBP/view"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1056" data-end="1344" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;strong&gt;Inscrições:&lt;/strong&gt; 25/03 a 15/04 (17h)&lt;br data-start="1091" data-end="1094" /&gt;&lt;strong&gt;Homologação preliminar: &lt;/strong&gt;17/04 (17h)&lt;br data-start="1133" data-end="1136" /&gt;&lt;strong&gt;Recurso (homologação):&lt;/strong&gt; 20/04 (17h)&lt;br data-start="1174" data-end="1177" data-is-only-node="" /&gt;&lt;strong&gt;Homologação final:&lt;/strong&gt; 22/04 (17h)&lt;br data-start="1211" data-end="1214" /&gt;&lt;strong&gt;Avaliação:&lt;/strong&gt; 23/04 a 24/04&lt;br data-start="1242" data-end="1245" /&gt;&lt;strong&gt;Resultado preliminar:&lt;/strong&gt; 27/04 (17h)&lt;br data-start="1282" data-end="1285" /&gt;&lt;strong&gt;Recurso:&lt;/strong&gt; 29/04 (17h)&lt;br data-start="1309" data-end="1312" /&gt;&lt;strong&gt;Resultado final: &lt;/strong&gt;04/05 (10h)&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:12:19 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/199599-edital-proec-n-09-2026-3-colecionart-feira-de-artes-do-ccufg</link>
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      <title>Edital PROEC Nº 06/2026 - Galerias do CCUFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="galeria2" title="galeria2" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/galeria2.jpeg?1582742412" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;PROEC abre inscrições para a ocupação das Galerias do CCUFG para o segundo semestre de 2026&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/galeria22.jpeg" alt="galeria2." width="893" height="595" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura UFG torna público o edital PROEC n°06/2026, para seleção de propostas artísticas para ocupação das galerias do Centro Cultural UFG no segundo semestre de 2026.   &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A presente Chamada Pública, visando à divulgação da cultura e a democratização das produções artísticas ao nível local, regional, nacional e internacional, tem por objeto selecionar artistas e coletivos artísticos interessados em integrar o calendário de exposições de Artes Visuais das Galerias 1, 2 e Galeria de Vidro do CCUFG, previstas para acontecerem na segunda metade de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições das propostas serão gratuitas e ocorrerão no período de 24/03/2026 a 15/04/2026 até às 17h, por meio da plataforma&lt;a href="https://web.ufg.br/plateia-editais/#/edital/edital-proec-n-062026-edital-de-selecao-de-propostas-artisticas-para-ocupacao-dos-espacos-expositivos-do-centro-cultural-ufg---2026"&gt; Plateia&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Edital: &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/14_xeM2rL28FoykESrj0LQpV3iNct4JyF/view"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inscrições: 25/03 a 15/04 (17h)&lt;br /&gt;Homologação preliminar: 17/04 (17h)&lt;br /&gt;Recurso (homologação): 20/04 (17h)&lt;br /&gt;Homologação final: 22/04 (17h)&lt;br /&gt;Avaliação: 23/04 a 24/04&lt;br /&gt;Resultado preliminar: 27/04 (17h)&lt;br /&gt;Recurso: 29/04 (17h)&lt;br /&gt;Resultado final: 04/05 (10h)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:26:44 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/199550-edital-proec-n-06-2026-galerias-do-ccufg</link>
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      <title>Eu Vou Cuidar do Seu Jardim: pintura, memória e cultivo como gesto de continuidade</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Eu Vou Cuidar do Seu Jardim" title="Eu Vou Cuidar do Seu Jardim" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Jardim_4.jpg?1770038462" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Na Galeria de Vidro do Centro Cultural UFG, &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Emilliano Freitas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; transforma arquivos familiares em pintura e propõe o cuidado como elo intergeracional&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;Texto por: Lucas Lustosa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:--spacing(4)] @w-sm/main:[--thread-content-margin:--spacing(6)] @w-lg/main:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)"&gt;
&lt;div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" tabindex="-1"&gt;
&lt;div class="flex max-w-full flex-col grow"&gt;
&lt;div data-message-author-role="assistant" data-message-id="44c20943-ffdf-4775-9b01-3d37b49892db" dir="auto" data-message-model-slug="gpt-5-2" class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+&amp;amp;]:mt-1"&gt;
&lt;div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]"&gt;
&lt;div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling"&gt;
&lt;p data-start="0" data-end="424"&gt;Entre memória, cultivo e permanência, a exposição &lt;em data-start="50" data-end="79"&gt;Eu Vou Cuidar do Seu Jardim&lt;/em&gt; transforma a Galeria de Vidro do Centro Cultural UFG em um espaço de atravessamento entre o íntimo e o coletivo. Em cartaz até 27 de fevereiro de 2026, a mostra individual de &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Emilliano Freitas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; reúne 19 pinturas realizadas com esmalte de unha sobre papel, desdobrando a série &lt;em data-start="375" data-end="421"&gt;Cultivar jardins como quem mantém a mãe viva&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="426" data-end="823"&gt;Com curadoria de &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Mariane Beline&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, a exposição parte de filmagens em VHS realizadas em 1998 pela mãe do artista, que registrava seu jardim de roseiras no quintal de casa. A partir desse arquivo doméstico, Emilliano constrói uma poética que investiga as camadas do tempo, a dimensão ética do cuidado e as formas de subjetivação produzidas no interior das relações familiares.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/WhatsApp_Image_2026-02-23_at_16.12.29_%281%29.jpeg" alt="emilliano" width="466" height="478" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Artista Visual Emilliano Freitas&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="426" data-end="823"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="825" data-end="1239"&gt;Ao ressignificar o esmalte de unha — material associado ao universo doméstico e ao trabalho invisibilizado das mulheres de sua família — o artista tensiona questões de gênero, memória e ancestralidade, articulando arquivo e pintura como gestos de continuidade. Entre ruídos, brilhos e sobreposições, suas obras evocam não apenas imagens de um jardim, mas a experiência de sustentar vínculos e reativar presenças.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img style="width: 475px; height: 471px;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/WhatsApp_Image_2026-02-23_at_16.12.29.jpeg" alt="esmalte" width="1170" height="1159" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p data-start="825" data-end="1239"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1241" data-end="1338" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;É nesse território entre afeto e política, passado e presente, que se insere a conversa a seguir.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como surgiu a ideia da exposição Eu Vou Cuidar do Seu Jardim e em que momento você percebeu que essa pesquisa deveria se desdobrar em uma mostra individual?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia da exposição &lt;em&gt;Eu Vou Cuidar do Seu Jardim&lt;/em&gt; surgiu a partir de um vídeo em VHS gravado pela minha mãe na década de 1990. Na época, ela tinha aproximadamente a idade que tenho hoje. Esse pequeno registro, em que ela filma suas roseiras no quintal de casa, me fez pensar sobre a sobreposição de tempos entre o passado e o presente, e sobre as formas de cuidado que atravessam gerações. Ali estavam o cuidado comigo e com meu irmão, com a casa, com meus avós, mas também um gesto direcionado a si mesma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao revisitar esse material, comecei a perceber que, por meio daquele vídeo doméstico, uma mulher do interior de Minas Gerais cultivava não apenas plantas, mas também sua própria subjetividade. As primeiras pinturas realizadas a partir desse arquivo surgiram em 2024, como um modo de elaborar essas camadas de memória, afeto e trabalho cotidiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A decisão de transformar essa pesquisa em uma mostra individual veio no momento em que percebi que as pinturas, quando reunidas, estabeleciam entre si um campo de relações que ampliava o sentido de cada obra isoladamente. A exposição se tornou, então, uma forma de compreender como esses trabalhos dialogam, tensionam e aprofundam a investigação sobre tempo, cuidado e cultivo.&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O título carrega um gesto de promessa e continuidade. O que significa, para você, “cuidar” desse jardim no contexto da exposição?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O título vem da canção “Eu Vou Cuidar de Você”, gravada pelos Titãs no álbum Acústico MTV Titãs, de 1997. Meu irmão tinha esse CD em casa e nós ouvíamos essa música com frequência. Há algo que me atravessa quando penso que, em 1998, enquanto minha mãe filmava suas roseiras em VHS, essa canção também fazia parte do nosso cotidiano. São camadas de memória que se sobrepõem: o som, a imagem, o quintal, a infância. Anos depois, entre 2005 e 2007, reencontrei a frase “eu vou cuidar do seu jardim” projetada no cenário do espetáculo “Por Elise”, do Grupo Espanca!. A frase voltou como imagem deslocada da canção, mas ainda carregando uma dimensão de afeto e responsabilidade. Esse cuidar do jardim, no contexto da exposição, trata-se de um gesto ético, de manter algo vivo, mesmo quando ele já pertence ao passado. É revisitar o arquivo da minha mãe sem transformá-lo em relíquia, mas ativá-lo como matéria presente. É reconhecer no gesto dela uma forma de trabalho invisível, cotidiano, e dar continuidade a ele por meio da pintura, assumindo a a responsabilidade por essas imagens e por essa memória. Não como quem preserva algo intacto, mas como quem cultiva, aceita as transformações, lida com as perdas e entende que todo jardim exige presença, repetição e escuta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse cuidar também se desdobra como um gesto poético de alteridade. Ao olhar para minha mãe cuidando das plantas enquanto cuidava dos filhos, percebo que o jardim era também uma extensão desse cuidado. Pensar esse gesto hoje é perguntar como continuamos a cuidar uns dos outros, em que condições e com quais ferramentas simbólicas. Cuidar é sustentar vínculos, é dedicar tempo ao que não produz resultados imediatos, é reconhecer a fragilidade como parte da experiência. O cuidado, então, deixa de ser apenas memória e passa a ser posicionamento.&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A série parte de filmagens em VHS realizadas por sua mãe em 1998. Como foi o processo de reencontro com esse arquivo e sua transposição para a pintura?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O reencontro com esse arquivo foi uma surpresa. Eu me lembrava das outras imagens registradas na fita, sobretudo as que documentavam celebrações coletivas, cenas que ocuparam um lugar mais evidente na memória. As imagens do jardim, no entanto, eu não recordava, talvez porque fossem espaço íntimo, diferente da dimensão pública das festas. Ao assistir novamente à fita, percebi que aquelas flores tinham permanecido à margem da minha lembrança, como se também ocupassem um lugar lateral na narrativa familiar. Esse deslocamento me interessou. Havia ali um tempo outro, mais lento, menos performático, que contrastava com a lógica da celebração. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A transposição para a pintura exigiu um processo extenso de pesquisa.Foi necessário compreender o próprio estado material do vídeo, já que a fitaa VHS já carregava uma pátina do tempo, com ruídos, variações de cor e pequenas falhas provocadas pelo desgaste. A digitalização para DVD não eliminou essas marcas; ao contrário, evidenciou certas camadas de deterioração. Passei a observar como essas interferências afetavam a imagem, como alteravam a paleta e produziam zonas de indefinição.  A partir daí, o desafio foi pensar como essas características poderiam se tornar linguagem pictórica. Não se tratava de corrigir a imagem, mas de entender suas distorções como parte da composição. &lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A mostra reúne 19 obras realizadas com esmalte de unha sobre papel. Como se organiza seu processo de criação — da seleção das imagens até a construção das camadas de tinta?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de selecionar uma imagem, ou um conjunto de imagens, eu revejo o vídeo diversas vezes e vou capturando os frames que me interessam. A partir do frame escolhido, começo a definir a paleta, os enquadramentos, os cortes e as aproximações. Esse estudo é fundamental para reforçar o diálogo entre o suporte analógico do VHS, a memória e a pintura. Também é nessa etapa que se decide a dimensão da obra, pois o enquadramento e a escala influenciam diretamente na presença física da imagem no papel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois disso, faço a transferência da imagem para o papel e inicio o estudo das cores. Trabalho sempre das tonalidades mais claras, como brancos e cinzas, até chegar aos verdes mais escuros. Cada cor costuma receber entre cinco e seis camadas de esmalte, e o acúmulo cria profundidade, densidade e pequenas variações de brilho, que dialogam com a instabilidade cromática do vídeo. O esmalte de unha, por suas características próprias, impõe um ritmo próprio ao trabalho, como o tempo de secagem, a sobreposição de camadas, um  processo lento e repetitivo, que também se aproxima da ideia de cultivo que atravessa a exposição. Não me interessa reproduzir fielmente o vídeo. O que busco é traduzir suas atmosferas, seus silêncios e suas falhas em matéria pictórica, permitindo que a pintura carregue tanto a imagem original quanto as marcas do tempo e do gesto presente.&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O uso do esmalte de unha ativa dimensões domésticas, afetivas e também políticas. De que forma essa escolha material tensiona questões de gênero, memória e ancestralidade?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O uso do esmalte de unha atravessa minha história pessoal. Minha mãe é manicure e eu cresci convivendo com esse material, com o cheiro, as cores organizadas em caixas, os gestos repetidos do fazer. Ao mesmo tempo, era um universo que, de certo modo, me era interditado. O esmalte estava associado ao feminino, às mulheres da casa, e não a mim. Ao escolher esse material para pintar, aciono essa memória e a reinscrevo no presente. Há também um deslocamento simbólico nesse gesto. Sendo homem, utilizar o esmalte como meio pictórico é uma forma de tensionar as fronteiras de gênero que marcaram minha formação. Resgatar esse material é reconhecer o trabalho da minha mãe, historicamente situado no campo do cuidado e muitas vezes invisibilizado, e trazê-lo para o espaço expositivo como linguagem. O que antes era visto como restrito a um universo feminino se transforma em ferramenta de construção de imagem, memória e continuidade.&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A exposição acontece na Galeria de Vidro do CCUFG, um espaço marcado pela transparência e pela relação com a cidade. Como você pensou a montagem em diálogo com essa arquitetura?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora a Galeria de Vidro do Centro Cultural UFG seja caracterizada pela transparência, não vejo essa condição como uma abertura direta para a cidade. O espaço é relativamente fechado em si. O vidro estabelece sobretudo uma relação com a galeria do térreo, ainda que de maneira discreta. Pensamos a montagem a partir do percurso: o visitante sobe a escada e se depara com um ambiente que muitos ainda não conhecem. Nesse sentido, o vidro funciona quase como uma vitrine, antecipando a experiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, trata-se de um espaço com muitas interferências arquitetônicas, como tomadas aparentes, ar-condicionado, excesso de luminárias no teto e um pé-direito baixo. O diálogo com a arquitetura partiu do desejo de diminuir esses ruídos visuais. A decisão de pintar apenas uma parede de rosa criou um ponto de profundidade e reorganizou a percepção do ambiente. As pinturas, com fundo branco e molduras brancas sobre paredes também brancas, parecem flutuar. Essa estratégia buscou suavizar as interferências, produzir uma atmosfera mais contínua e permitir que o trabalho respirasse dentro das limitações do espaço.&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como foi o processo de interlocução com a curadora Mariane Beline na definição do recorte, da expografia e da narrativa da mostra?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O processo de interlocução com Mariane Beline foi decisivo para amadurecer o recorte e a forma da exposição. Desde o início, conversamos sobre como organizar as pinturas de modo que o conjunto produzisse um campo de relações, evitando uma leitura literal do arquivo. A definição do recorte e da expografia surgiu desse diálogo, pensando ritmo, respiros, aproximações e a experiência do visitante no espaço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O texto que Mariane escreve para a mostra é uma leitura sensível da pesquisa. Ele não explica as obras, mas cria uma camada de reflexão que amplia suas questões, especialmente em torno de memória, cuidado e tempo. Essa troca foi importante para transformar uma investigação íntima em uma narrativa expositiva consistente, sem perder a delicadeza que sustenta o trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que você espera que o público experimente ao percorrer a exposição — especialmente diante das relações entre memória familiar, cuidado e construção das subjetividades no presente?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;Espero que o público possa desacelerar ao percorrer a exposição, permitindo-se estar diante das imagens sem a expectativa de uma narrativa fechada. Que as pinturas ativem memórias próprias, mesmo que não sejam as minhas, e que o gesto de cuidado que atravessa o trabalho seja percebido como algo compartilhável. Ao lidar com a memória familiar, não busco uma história particular, mas uma experiência comum: a de ter sido cuidado e de, em algum momento, precisar transformar esse cuidado em gesto presente&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;--&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="0" data-end="371"&gt;A exposição &lt;em&gt;Eu Vou Cuidar do Seu Jardim&lt;/em&gt; pode ser visitada na Galeria de Vidro do Centro Cultural UFG até o dia 27 de fevereiro de 2026, com entrada gratuita. Após a conversa com Emilliano Freitas, o público é convidado a experimentar presencialmente as 19 pinturas que articulam arquivo, memória e cuidado como gesto ético e poético de continuidade.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="373" data-end="662" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Em sua última semana em cartaz, a mostra se apresenta como oportunidade de desacelerar e percorrer, com atenção, uma pesquisa que transforma imagens familiares em campo de reflexão coletiva. A visita é gratuita — um convite aberto para cultivar, também, nossos próprios jardins de memória.&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 16:15:19 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/198694-eu-vou-cuidar-do-seu-jardim-pintura-memoria-e-cultivo-como-gesto-de-continuidade</link>
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    </item>
    <item>
      <title>EDITAL PROEC Nº 01/2026 </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="edital sala dança" title="edital sala dança" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Inscri%C3%A7%C3%B5es_Abertas_%281%29.png?1769799422" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O Centro Cultural UFG, por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal de Goiás (PROEC/UFG), anuncia o Edital PROEC 01/2026 - Ocupação da sala de dança do CCUFG no primeiro semestre de 2026.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Serão aprovadas até 10 propostas. As atividades deverão ocorrer de 18 agosto a 28 novembro de 2025, nos turnos matutino (8h às 12h) ou vespertino (14h às 17h), de segunda a sexta-feira.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;Inscrições: &lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela plataforma &lt;a href="https://web.ufg.br/plateia-editais/#/edital/edital-proec-n-012026-para-ocupacao-de-pautas-da-sala-de-danca-do-centro-cultural-ufg"&gt;&lt;em&gt;Plateia Editais&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Edital completo: &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_5939348_Edital_48.pdf"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Homologação preliminar das inscrições: &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_5991719_Homologacao_das_Inscricoes.pdf"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Homologação final das inscrições: &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_5991860_Homologacao_das_Inscricoes.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resultado preliminar: &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_6007980_Resultado.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resultado final: &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/SEI_6019239_Resultado.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Centro Cultural UFG / PROEC&lt;br /&gt;Universidade Federal de Goiás&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 16:01:05 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/198176-edital-proec-n-01-2026</link>
      <guid>https://centrocultural.ufg.br/n/198176-edital-proec-n-01-2026</guid>
    </item>
    <item>
      <title>CCUFG 15 anos: memória, criação e futuro em movimento</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="projeto ccufg" title="projeto ccufg" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/images_%285%29.jpg?1764607735" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Um tributo à trajetória do Centro Cultural da UFG, que transformou um galpão em referência artística, acadêmica e afetiva para Goiânia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por: Mateus dos Santos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/966063_587003531333860_237024141_o.jpg" alt="ccufg" width="441" height="292" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="421" data-end="1037"&gt;Há quinze anos, no coração da Praça Universitária, a Universidade Federal de Goiás inaugurava um novo capítulo de sua história cultural. Em 9 de dezembro de 2010, um antigo galpão de ensaios — com piso gasto, cheiro de óleo, paredes de oficina — abriu espaço para que surgisse ali o Centro Cultural UFG (CCUFG), um dos mais importantes equipamentos culturais públicos do Estado. Seu nascimento não foi apenas arquitetônico: foi simbólico. Representou o desejo da UFG de democratizar o acesso à arte, integrar universidade e sociedade e criar um lugar onde memória, criação e encontro pudessem conviver todos os dias.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="421" data-end="1037"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="421" data-end="1037"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/images_%284%29.jpg" alt="galpão" width="319" height="239" /&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Antigo Galpão de artes da UFG&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="421" data-end="1037"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1039" data-end="1705"&gt;O CCUFG é um órgão suplementar da Universidade Federal de Goiás, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC). Desde sua origem, sua missão institucional tem sido reunir, documentar, conservar, expor e apresentar atividades artísticas e culturais, estabelecendo conexões entre produtores culturais, pesquisadores, estudantes e o público em geral. A inauguração integrou as comemorações dos 50 anos da UFG e apresentou ao público a exposição &lt;em data-start="1490" data-end="1523"&gt;Arte Contemporânea – Acervo UFG&lt;/em&gt;, com curadoria de um dos idealizadores e primeiro diretor do Centro Cultural, o artista Carlos Sena Passos. A partir dali, um novo cenário se abria para a arte contemporânea goiana.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1707" data-end="2197"&gt;A revitalização do antigo galpão, projetada pelo arquiteto Fernando Simon, transformou a simplicidade industrial em um espaço moderno, funcional e cheio de personalidade. As galerias brancas, o teatro modular de estética black box, o pátio multiuso, a sala de ação educativa e a reserva técnica que abriga parte do acervo tornam o CCUFG um espaço vivo, capaz de ser reinventado a cada projeto, a cada artista, a cada ocupação. Ali, a arquitetura não apenas acolhe a arte: ela a provoca.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2199" data-end="2664"&gt;Mas são as pessoas quem realmente fazem o Centro Cultural respirar. Iluminadores, sonotécnicos, cenotécnicos, museólogos, produtores, mediadores, coordenadores e toda a equipe técnica e administrativa formam o motor invisível que sustenta cada exposição, cada espetáculo, cada encontro com o público. Conhecem cada ruído da galeria, cada silêncio do teatro, cada detalhe que faz da experiência artística algo transformador. O CCUFG é concreto, mas é também cuidado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2666" data-end="3209"&gt;Ao longo de seus quinze anos, o espaço construiu uma trajetória marcada pela diversidade de expressões: exposições de artes visuais, temporadas de teatro e dança, concertos, festivais, oficinas, encontros de pesquisa, lançamentos literários, recebendo desde artistas consagrados até jovens em formação. As ações educativas ampliaram ainda mais esse alcance, aproximando crianças, jovens e adultos das práticas artísticas e do acervo. No CCUFG, perguntas importam tanto quanto respostas, e olhar para uma obra sempre abre outra fresta possível.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2666" data-end="3209"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="2666" data-end="3209"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Centro_Cultural_-_001.jpg" alt="ccufg" width="777" height="271" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2666" data-end="3209"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2666" data-end="3209"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMAÇÃO DE ANIVERSÁRIO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3211" data-end="3396"&gt;Para celebrar essa história, o Centro Cultural UFG preparou uma programação especial que traduz sua própria identidade: plural, aberta, inventiva e profundamente conectada com a cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3398" data-end="3920"&gt;As comemorações começam no dia &lt;strong data-start="3429" data-end="3454"&gt;6 de dezembro, às 20h&lt;/strong&gt;, com o concerto &lt;strong data-start="3471" data-end="3498"&gt;Allegro – Cristian Budu&lt;/strong&gt;, que inaugura oficialmente o ciclo de eventos dos 15 anos. No texto produzido para o espetáculo, lembramos que &lt;em data-start="3610" data-end="3823"&gt;“o programa homenageia o repertório brasileiro e cria um diálogo com peças do repertório tradicional europeu – de Chopin, Debussy e Schumann – que conversam com Camargo Guarnieri, Villa-Lobos e Brasílio Itiberê”&lt;/em&gt;. Uma síntese perfeita do que o CCUFG representa: uma ponte entre tradições, linguagens e mundos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3922" data-end="4451"&gt;No dia &lt;strong data-start="3929" data-end="3946"&gt;8 de dezembro&lt;/strong&gt;, a partir das &lt;strong data-start="3961" data-end="3968"&gt;18h&lt;/strong&gt;, o público é convidado a ocupar o pátio e celebrar com dois shows gratuitos. A noite começa com a &lt;strong data-start="4067" data-end="4097"&gt;banda Cajuzinho do Cerrado&lt;/strong&gt;, grupo que mistura ritmos regionais, poesia popular e a irreverência musical que marca a cena goiana contemporânea. Logo depois, o palco recebe a &lt;strong data-start="4244" data-end="4259"&gt;Banda Pequi&lt;/strong&gt;, um dos projetos mais emblemáticos da EMAC/UFG e referência nacional na música instrumental universitária. É a energia coletiva de Goiânia celebrando com quem sempre fez parte dessa história.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="4453" data-end="5214"&gt;As celebrações culminam no dia &lt;strong data-start="4484" data-end="4502"&gt;12 de dezembro&lt;/strong&gt;, às &lt;strong data-start="4507" data-end="4514"&gt;19h&lt;/strong&gt;, com a abertura da exposição &lt;strong data-start="4544" data-end="4630"&gt;O VOLUME DA CHUVA É QUE DECIFRA O DILÚVIO: diálogos contemporâneos no acervo CCUFG&lt;/strong&gt;, com curadoria de &lt;strong data-start="4649" data-end="4673"&gt;Paulo Duarte-Feitoza&lt;/strong&gt;. Inspirada em um verso do poema &lt;em data-start="4706" data-end="4722"&gt;Vaga litúrgica&lt;/em&gt;, de Pio Vargas, a exposição pensa o acervo como um organismo vivo — um campo de relações que se transforma, se acumula e se reinventa, tal como a chuva que anuncia e decifra o dilúvio. Seis artistas foram convidados a dialogar diretamente com obras do acervo e criar peças inéditas que passam a integrar o patrimônio artístico do Centro Cultural. Ao lado deles, um conjunto de artistas fundamentais da coleção compõe a mostra, reafirmando a força do acervo da UFG para Goiás e para o Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5216" data-end="5614"&gt;Celebrar quinze anos do Centro Cultural UFG é celebrar também a cidade que o acolhe, os artistas que o atravessam e o público que o transforma a cada visita. É reconhecer que ali, onde antes existia apenas um galpão, hoje existe um lugar de memória, criação e futuro. Um lugar onde a arte se renova, onde as histórias se encontram e onde as pessoas constroem — juntas — novos sentidos para o mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2765" data-end="3174"&gt;Ao completar quinze anos, o CCUFG simboliza não apenas a maturidade de um projeto, mas a continuidade de um compromisso. A homenagem celebra os caminhos já percorridos e, ao mesmo tempo, aponta para o futuro: um futuro em que o acervo continue sendo ativado, estudado e expandido; em que artistas encontrem aqui um território fértil para criar; em que a comunidade se reconheça nesse espaço como parte dele.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3176" data-end="3597"&gt;Hoje, o Centro Cultural é mais do que um equipamento cultural: é um arquivo vivo da cidade, um laboratório de invenções, uma sala de aula expandida, uma praça de encontros. É o testemunho de que a arte, quando cultivada com cuidado e responsabilidade pública, é capaz de construir histórias que permanecem — histórias que, como a chuva, se acumulam, atravessam épocas, tocam subjetividades e transformam o mundo ao redor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt;&lt;strong data-start="5616" data-end="5715"&gt;Parabéns, CCUFG.&lt;br data-start="5634" data-end="5637" /&gt;São 15 anos criando cena, memória e movimento.&lt;br data-start="5683" data-end="5686" /&gt;E o próximo ato já começou.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5616" data-end="5715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="5616" data-end="5715"&gt;&lt;strong data-start="5616" data-end="5715"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Mateus_dos_Santos_Alves.png" alt="Mateus dos Santos Alves" width="199" height="199" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="5616" data-end="5715"&gt;&lt;strong data-start="5616" data-end="5715"&gt;Mateus dos Santos é estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura jornalística de eventos culturais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 14:09:18 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/196896-ccufg-15-anos-memoria-criacao-e-futuro-em-movimento</link>
      <guid>https://centrocultural.ufg.br/n/196896-ccufg-15-anos-memoria-criacao-e-futuro-em-movimento</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Cristian Budu encerra a Série Allegro 2025 no CCUFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Cristian Budu" title="Cristian Budu" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Cristian_Budu_-_foto_2_%28Daniel_Ebendinger%29.jpg?1764335963" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Recital gratuito no dia 6 de dezembro celebra o diálogo entre repertórios brasileiros e europeus e destaca a força da música de concerto em Goiânia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;em&gt;Por: Mateus dos Santos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/FINAL_-_ALLEGRO_2025_-_CRISTIAN_BUDU-05.jpg" alt="banner Allegro" width="237" height="335" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="192" data-end="1057"&gt;No dia 6 de dezembro, às 20h, no Teatro do Centro Cultural UFG, com entrada franca, o público de Goiânia será convidado a vivenciar um dos momentos mais marcantes da Série Allegro CCUFG/SICOOB 2025, projeto desenvolvido pela professora Consuelo Quireze Rosa. Em sua quarta edição, a Série consolidou-se como um dos pilares da difusão da música erudita na capital, reafirmando a força da tradição pianística local e o papel da universidade na formação e circulação de artistas de excelência. O concerto de encerramento é sempre um marco na temporada, não apenas pela escolha cuidadosa dos intérpretes, mas pelo simbolismo de celebrar um ano de ações voltadas à democratização do acesso à arte. Assim, o evento que se aproxima reafirma o compromisso cultural da UFG e destaca a relevância de manter uma agenda contínua, gratuita e de alta qualidade artística.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1059" data-end="2053"&gt;A presença do pianista Cristian Budu neste encerramento representa um gesto de grandeza, tanto pelo reconhecimento internacional de sua trajetória quanto pela profundidade artística que o define. Elogiado pela &lt;em data-start="1273" data-end="1285"&gt;Gramophone&lt;/em&gt; como “um pianista impactantemente original” e citado pelo crítico Alain Lompech ao lado de nomes históricos como Arrau e Nelson Freire, Budu ocupa hoje um lugar singular na música de concerto, reunindo técnica refinada, imaginação sonora e uma leitura interpretativa que frequentemente surpreende pela inteligência e pela poesia. Seu repertório, suas gravações premiadas e suas atuações em prestigiados festivais e salas europeias e americanas refletem não apenas sucesso profissional, mas um compromisso estético profundo. Ao trazê-lo a Goiânia, a Série Allegro amplia seu alcance simbólico, oferecendo ao público uma experiência artística rara, marcada pela expressividade, pela maturidade musical e pela força comunicativa que caracterizam sua performance ao vivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2055" data-end="3001"&gt;A Série Allegro CCUFG/SICOOB 2025 chega a esta etapa final com uma temporada que reafirmou a vitalidade cultural da cidade e a importância de manter espaços públicos dedicados à música de concerto. A cada edição, o projeto renova sua missão formativa ao aproximar estudantes, professores, artistas e comunidade, fortalecendo vínculos entre a universidade e o público que reconhece na programação um espaço de encontro com a arte. O apoio do Instituto Cultural SICOOB UniCentro BR, fundamental para a realização de todo o ciclo, viabiliza que nomes de projeção internacional dividam o palco com artistas brasileiros em apresentações totalmente gratuitas. Encerrar a temporada com Cristian Budu significa celebrar a excelência, agradecer ao público que lotou o Teatro do CCUFG nos concertos anteriores e reafirmar a convicção de que iniciativas como essa são essenciais para manter viva a tradição musical que distingue Goiânia no cenário nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2055" data-end="3001"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="2055" data-end="3001"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Cristian_Budu_-_foto_2_%28Daniel_Ebendinger%29.jpg" alt="Cristian Budu" width="689" height="459" /&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Foto: Assessoria/Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2055" data-end="3001"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-start="250" data-end="306"&gt;&lt;strong data-start="254" data-end="304"&gt;1. Diálogos entre tradição e contemporaneidade&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="307" data-end="1151"&gt;Ao refletir sobre a construção do recital, Cristian Budu destaca que “o programa homenageia o repertório brasileiro e cria um diálogo com peças do repertório tradicional europeu”, evidenciando sua intenção de aproximar universos que historicamente foram tratados como distantes. Essa perspectiva orienta uma proposta curatorial que revela convergências inesperadas entre o romantismo europeu, o impressionismo e a riqueza rítmica da música brasileira. Ao permitir que obras de Chopin, Debussy e Schumann “conversem” com Guarnieri, Villa-Lobos, Itiberê II e tantos outros, Budu convida o público a perceber que, mais do que contrastes, há fluxos artísticos que se complementam. O piano torna-se, assim, um espaço de passagem e encontro, onde fronteiras desaparecem e a própria noção de repertório é revista pelos filtros da escuta contemporânea.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-start="1153" data-end="1204"&gt;&lt;strong data-start="1157" data-end="1202"&gt;2. A brasilidade como eixo interpretativo&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1205" data-end="2006"&gt;Em sua fala, o pianista enfatiza a ideia de que “música é música”, e essa afirmação orienta a maneira como ele posiciona a brasilidade não como apêndice, mas como centro vital do recital. Ao incluir obras de Nazareth, Tia Amélia, Gnattali e Henrique Alves de Mesquita, Budu destaca linguagens populares — especialmente aquelas relacionadas ao choro — como fundamentais para compreender a identidade pianística brasileira. Ao lado do repertório europeu, essas obras não funcionam como contraste, mas como complemento, revelando uma tradição musical que se alimenta da síntese entre o erudito e o popular. Sua interpretação reforça a noção de que a música brasileira dialoga naturalmente com o repertório histórico ocidental, e que o piano, por sua versatilidade, amplifica essa multiplicidade estética.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-start="2008" data-end="2051"&gt;&lt;strong data-start="2012" data-end="2049"&gt;3. A narrativa musical do recital&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2052" data-end="2802"&gt;Ao comentar o desenho do programa, Budu menciona que as obras brasileiras e europeias foram escolhidas para criar “diálogos” que transpõem classificações rígidas. Essa concepção narrativa transforma o recital em uma jornada estética estruturada, na qual as obras se iluminam mutuamente. Os gestos líricos de Schumann encontram ressonância no colorido harmônico de Guarnieri; a delicadeza impressionista de Debussy reflete-se nos contornos melódicos de Radamés Gnattali; e o espírito dançante de Nazareth aparece como resposta natural à expressividade romântica de Chopin. Cada peça é apresentada como parte de uma cadeia de significados, reforçando a ideia do artista de que a música deve ser percebida como campo de convivência, e não de separações.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-start="2804" data-end="2851"&gt;&lt;strong data-start="2808" data-end="2849"&gt;4. A força simbólica da Série Allegro&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2852" data-end="3736"&gt;Ao situar esse repertório dentro da Série Allegro, o recital de Cristian Budu ganha ainda mais densidade simbólica. A declaração do pianista — ao afirmar que deseja “mostrar a riqueza de nossas tantas linguagens, enfatizando o piano como instrumento agregador e versátil” — ecoa diretamente a missão do projeto: criar pontes, formar público, valorizar a diversidade e promover experiências de alta relevância cultural. Encerrando a temporada de 2025, este concerto sintetiza a essência da Série Allegro: apresentar ao público goianiense uma música de concerto que respira tradição, mas se projeta ao futuro através de diálogos vivos e inclusivos. Dessa forma, o recital reafirma não apenas a excelência dos artistas convidados, mas o compromisso do CCUFG e de seus parceiros em fortalecer a cena musical da cidade e democratizar o acesso a obras fundamentais do repertório pianístico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="162" data-end="791"&gt;A Série Allegro CCUFG/SICOOB 2025 encerra mais uma temporada reafirmando seu compromisso com a formação de público, a promoção da música de concerto e a valorização dos artistas que constroem a paisagem cultural brasileira. O recital de Cristian Budu sintetiza essa missão ao oferecer ao público uma experiência musical plural, refinada e profundamente conectada às múltiplas tradições que moldam o piano como instrumento de diálogo, memória e invenção. Cada obra apresentada, cada gesto interpretativo e cada aproximação entre repertórios reforçam a importância de manter vivos espaços de escuta, reflexão e encontro com a arte.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="793" data-end="1318" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;O Centro Cultural UFG convida toda a comunidade a participar deste concerto especial de encerramento, que acontece &lt;strong data-start="908" data-end="980"&gt;no dia 6 de dezembro, às 20h, no Teatro do CCUFG, com entrada franca&lt;/strong&gt;. É uma oportunidade única de vivenciar a performance de um dos pianistas mais aclamados de sua geração e de celebrar, junto à UFG e aos parceiros que tornam este projeto possível, a força da música de concerto em nossa cidade. Venha compartilhar esse momento com o CCUFG e celebrar a arte que nos inspira, nos sensibiliza e nos aproxima.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 10:48:18 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/196827-cristian-budu-encerra-a-serie-allegro-2025-no-ccufg</link>
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      <title>Estreia no CCUFG, “A Morte da Galinha Caipira” revela a força poética e crítica da Nalini Cia de Dança</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="a morte da galinha caipira" title="a morte da galinha caipira" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/MAR06890.JPG?1764004368" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;No espetáculo dirigido por Valeska Vaishnavi, a galinha caipira ocupa o centro da cena para questionar padrões corporais, ressignificar clássicos e aproximar o público do Brasil profundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;em&gt;Por: Mateus dos Santos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Captura_de_tela_2025-11-24_102043.png" alt="Espetáculo “A Morte da Galinha Caipira”" width="356" height="296" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="171" data-end="1012"&gt;&lt;em data-start="184" data-end="212"&gt;A Morte da Galinha Caipira&lt;/em&gt; aconteceu nos dias 25 e 26 de novembro, às 20h, no Teatro do Centro Cultural da UFG, marcando um momento decisivo na trajetória da Nalini Cia de Dança e inaugurando uma experiência cênica que provoca, desloca e encanta. Nesse cenário, a atuação de Valeska Vaishnavi como diretora artística ganha ainda mais evidência, revelando uma condução madura, investigativa e profundamente conectada às camadas simbólicas da cultura brasileira. A artista guiou o público por uma obra que rompe expectativas desde o primeiro gesto, assumindo o compromisso de expandir o entendimento do que pode ser dançado e de quais corpos podem ocupar o palco. Essa perspectiva, aliada a um rigor estético que não abre mão da sensibilidade, coloca Valeska no centro das discussões contemporâneas sobre dança, identidade e memória.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1014" data-end="1858"&gt;Ao longo de sua trajetória, Valeska se consolidou como uma pesquisadora do movimento que transita com naturalidade entre técnica, teatralidade e improvisação — caminhos que ganharam força no processo de criação deste espetáculo. Aqui, ela parte do embate entre o imaginário rural e as narrativas do balé clássico para construir uma dramaturgia que se equilibra entre o humor, a crítica e a poesia. É desse encontro entre a grandiosidade simbólica de obras europeias e a materialidade afetiva do Brasil profundo que nasce a potência artística de &lt;em data-start="1559" data-end="1587"&gt;A Morte da Galinha Caipira&lt;/em&gt;. Ao transformar a galinha — figura simples, cotidiana e muitas vezes invisibilizada — em protagonista, Valeska articula uma reflexão delicada e ao mesmo tempo incisiva sobre pertencimento, padrões corporais e a urgência de ressignificar referências hegemônicas na dança.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;Mais do que revisitar um clássico, o trabalho dirigido por Valeska propõe uma experiência que expande fronteiras e questiona certezas. A diretora constrói um espetáculo que convida o público a desacelerar, a observar o detalhe, a reconhecer a beleza que existe no gesto imperfeito, no corpo não idealizado, na narrativa que se desvia do esperado. É nesse tempo interiorano, mais largo e respirado, que a obra encontra sua força dramatúrgica, revelando a grandeza dos pequenos movimentos e a resistência silenciosa dos corpos que sustentam a vida cotidiana. Assim, Valeska reafirma sua relevância no panorama da dança contemporânea brasileira, oferecendo uma criação que se manifesta como arte, como crítica e como celebração da diversidade que compõe a cena.&lt;/p&gt;
&lt;hr data-start="2620" data-end="2623" /&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2625" data-end="2949" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Com essa visão ampla, múltipla e profundamente sensível, convidamos agora a diretora artística Valeska Vaishnavi a comentar o processo de criação, os desafios e as escolhas que deram corpo a essa obra singular. A seguir, ela fala sobre as referências, os embates e as potências que moldaram &lt;em data-start="2918" data-end="2946"&gt;A Morte da Galinha Caipira&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2740" data-end="3067" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/MAR07114.JPG" alt="a morte da galinha caipira" width="268" height="402" /&gt;Foto: Marcela Landeiro&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="1860" data-end="2618"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;strong&gt;ENTREVISTA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;strong&gt;Mateus dos Santos: O espetáculo parte de referências do balé clássico, mas as reconfigura a partir do imaginário rural brasileiro. Como esse encontro entre tradição europeia e cultura do Cerrado orientou suas escolhas de direção e dramaturgia corporal?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;strong&gt;Valeska Vaishnavi: &lt;/strong&gt;Eu quis aproximar dois mundos que normalmente não se encontram: o balé clássico, cheio de regras e padrões, e o corpo simples e cotidiano da vida no Cerrado. Quando misturamos essas referências, o balé deixa de ser algo intocável e vira matéria para brincar e transformar. As escolhas de cena e de movimento vieram desse contraste, em vez da leveza e perfeição do balé, coloquei em foco o peso do corpo, o chão, o calor, o jeito rústico e direto da vida interiorana. É dessa mistura que nasce a dramaturgia da obra.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;strong&gt;Mateus dos Santos: Durante os laboratórios de criação, os intérpretes trabalharam na fronteira entre técnica, teatralidade e improvisação. Como você conduziu esse processo para que cada corpo pudesse expressar sua singularidade sem perder a unidade estética da obra?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;strong&gt;Valeska Vaishnavi: &lt;/strong&gt;Deixei que cada intérprete encontrasse seu próprio jeito de ser “galinha”, seu modo particular de se mover e improvisar. O importante era que cada corpo tivesse liberdade, mas dentro de um mesmo ambiente poético: o tempo lento, o contato com o chão, a sensação de simplicidade e imperfeição. A unidade veio desses elementos comuns. Mesmo com gestos diferentes, todos estavam dentro do mesmo clima, da mesma intenção.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;strong&gt;Mateus dos Santos: A crítica aos padrões corporais na dança é um eixo forte do espetáculo. De que maneira você buscou traduzir essa discussão para o palco sem recorrer ao discurso direto, mas sim ao movimento, ao humor e à metáfora da galinha caipira?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;strong&gt;Valeska Vaishnavi: &lt;/strong&gt;A própria galinha caipira já é uma metáfora forte: é um corpo comum, imperfeito, que ninguém valoriza. Ao colocar esse corpo no centro, e ao usar o humor — os trejeitos, os passos desajeitados — a crítica aparece de forma natural. O público percebe o contraste com o balé tradicional e entende que estamos falando de corpos que não se encaixam, mas que também têm beleza e força.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;strong&gt;Mateus dos Santos: O tempo dilatado da vida interiorana influencia a cadência do espetáculo. O que esse ritmo mais lento, mais paciente, acrescenta à experiência do público e ao modo como a obra questiona expectativas de virtuosismo no balé contemporâneo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;strong&gt;Valeska Vaishnavi: &lt;/strong&gt;O tempo lento faz o público prestar atenção em coisas pequenas que, normalmente, passariam batido. Ele tira a pressa da cena e deixa o movimento respirar. Com isso, o espetáculo questiona a ideia de que a dança precisa ser sempre rápida, difícil e virtuosa. O ritmo mais calmo mostra outro tipo de valor: a presença, a sinceridade do gesto, o tempo real do corpo e da cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/MAR07156.JPG" alt="a morte da galinha caipira" width="275" height="413" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="1860" data-end="2618"&gt;Foto: Marcela Landeiro&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="1860" data-end="2618"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="163" data-end="1009"&gt;A fala de Valeska Vaishnavi revela uma diretora que escolhe tensionar mundos distintos para construir uma poética própria. Ao aproximar o balé clássico — marcado pela rigidez, pela técnica e pela ideia de perfeição — do imaginário rural, ela cria um território onde a dança deixa de ser idealizada e passa a dialogar com o corpo real, o corpo cotidiano, o corpo que carrega histórias. Sua abordagem rompe com hierarquias tradicionais da dança, transformando a galinha caipira em símbolo de resistência e reinvenção estética. A diretora mostra que a força da obra nasce justamente do atrito entre essas referências, permitindo que o rústico, o pesado e o imperfeito se tornem matéria coreográfica legítima, potente e sensível. É dessa junção inesperada que a dramaturgia do espetáculo adquire profundidade e uma identidade marcadamente brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1011" data-end="1865" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Ao destacar a liberdade dos intérpretes, o humor como ferramenta crítica e a importância de um tempo dilatado — inspirado no ritmo interiorano — Valeska cria uma experiência que vai muito além da técnica: ela convida o público a perceber beleza onde antes havia descaso, e a reconhecer que gestos simples podem carregar densidade simbólica e política. Sua direção propõe outra forma de ver, sentir e habitar a dança, valorizando presenças que escapam dos padrões e abraçando a singularidade de cada corpo. Nesse gesto, o espetáculo reafirma não apenas uma estética, mas um posicionamento. E é a partir dessa força que deixamos aqui um convite: que o público continue acompanhando a temporada de &lt;em data-start="1708" data-end="1736"&gt;A Morte da Galinha Caipira&lt;/em&gt; e se permita viver essa experiência que transforma, desloca e amplia o olhar sobre a dança e sobre o Brasil que nos atravessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="193" data-end="550"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="193" data-end="550"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="193" data-end="550"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="193" data-end="550"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="193" data-end="550"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Mateus_dos_Santos_Alves.png" alt="Mateus dos Santos Alves" width="257" height="257" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="193" data-end="550"&gt;&lt;strong&gt;Mateus dos Santos é estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura jornalística de eventos culturais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 15:32:46 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/196690-estreia-no-ccufg-a-morte-da-galinha-caipira-revela-a-forca-poetica-e-critica-da-nalini-cia-de-danca</link>
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      <title>Tocantins em Concerto leva emoção e tradição ao palco do CCUFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="tocantins
" title="tocantins
" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Aberta_oficialmente_a_temporada_de_Concertos_pelo_Tocantins!_Segunda_edi%C3%A7%C3%A3o_com_a_expectativa_l%C3%A1_%282%29.jpg?1761138162" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A Orquestra Viva Música, acompanhada por cantores regionais, apresentou repertório que valoriza a cultura tocantinense e promove ações educativas nos Festivais Unificados da EMAC/UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;Por: Mateus dos Santos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Banner-FU-2025.png" alt="Festivais Unificados EMAC 2025" width="384" height="133" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="342" data-end="1148"&gt;O grupo Tocantins em Concerto – Orquestra Viva Música apresentou-se na noite de 21 de outubro, no Teatro do Centro Cultural UFG, em um dos momentos mais emocionantes dos Festivais Unificados da EMAC/UFG. O teatro, completamente lotado, recebeu com entusiasmo os músicos e cantores vindos do Tocantins, em uma celebração que uniu arte, educação e intercâmbio cultural entre estados. A presença da orquestra em Goiânia simbolizou um gesto de encontro entre a Universidade Federal do Tocantins (UFT) e a Universidade Federal de Goiás (UFG), reafirmando o papel das universidades públicas como espaços de criação e difusão da cultura brasileira. Desde os primeiros acordes, o público percebeu que estava diante de uma apresentação especial — repleta de emoção, beleza e pertencimento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1150" data-end="2042"&gt;Com uma performance que equilibrou rigor técnico, sensibilidade e forte identidade regional, o Tocantins em Concerto apresentou um programa que passeou entre o repertório erudito e o popular, revelando a versatilidade e a força expressiva do conjunto. A sonoridade orquestral foi enriquecida pela presença marcante de Braguinha Barroso, Lucimar, Dorivã Borges e Juraildes da Cruz, quatro vozes consagradas da música tocantinense que emocionaram o público com interpretações intensas e cheias de poesia. Cada canção foi recebida com aplausos entusiasmados, e os arranjos criaram uma atmosfera envolvente, onde a tradição e a contemporaneidade se encontraram de forma harmoniosa. A integração entre orquestra e solistas mostrou um trabalho artístico de alto nível, que valoriza o diálogo entre o popular e o acadêmico sem perder o calor humano das raízes culturais do norte do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2044" data-end="3103"&gt;O clima no Teatro do CCUFG era de encantamento. A plateia, composta por estudantes, professores, artistas e admiradores da boa música, acompanhou cada momento com atenção e emoção, reagindo com sorrisos, lágrimas e aplausos calorosos. A iluminação suave e o cuidado cênico ressaltaram ainda mais a beleza das execuções, transformando o concerto em uma verdadeira experiência sensorial. A cada nova peça, o público parecia mergulhar mais fundo no universo sonoro apresentado pela orquestra — um universo de cores, ritmos e afetos que traduzem o espírito do Tocantins. Ao final, os aplausos demorados e as manifestações de gratidão resumiram a dimensão daquele encontro: mais do que uma apresentação, foi uma celebração da arte e da força coletiva da música. A passagem do Tocantins em Concerto – Orquestra Viva Música pelos Festivais Unificados da EMAC/UFG ficará marcada como um dos momentos mais belos e simbólicos do evento, reafirmando o poder da música de unir pessoas e histórias em torno de um mesmo sentimento de pertencimento e encantamento. Conversamos com o coordenador do projeto Bruno Barreto, e ele nos contou um pouco sobre a Orquestra e toda sua história:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="2044" data-end="3103"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Aberta_oficialmente_a_temporada_de_Concertos_pelo_Tocantins!_Segunda_edi%C3%A7%C3%A3o_com_a_expectativa_l%C3%A1.jpg" alt="tocantins em Concerto" width="566" height="377" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="2044" data-end="3103"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Foto: orquestravivamusica/Instagram&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-start="509" data-end="559"&gt;FORÇA&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="560" data-end="1346"&gt;Para o coordenador &lt;strong data-start="579" data-end="596"&gt;Bruno Barreto&lt;/strong&gt;, o repertório do &lt;strong data-start="614" data-end="639"&gt;Tocantins em Concerto&lt;/strong&gt; nasce da força simbólica e afetiva da canção regional tocantinense, profundamente enraizada nas vivências, paisagens e sentimentos do povo do estado. Ele destaca que cada música escolhida para o concerto carrega em si uma narrativa, um fragmento da memória coletiva e da espiritualidade de uma terra marcada por contrastes e poesia. “As músicas de artistas como &lt;strong data-start="1002" data-end="1079"&gt;Juraildes da Cruz, Dorivã, Braguinha Barroso, Lucimar e Genésio Tocantins&lt;/strong&gt; retratam o cotidiano, o território e a alma do nosso povo”, afirma. Essas obras, segundo ele, são um espelho da identidade tocantinense, refletindo tanto a simplicidade das tradições locais quanto a profundidade simbólica que faz da arte um canal de pertencimento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1348" data-end="2025"&gt;Ao transportar essas canções para o universo orquestral, o grupo realiza um trabalho de ressignificação que mantém viva a essência das composições originais, ao mesmo tempo em que amplia sua dimensão estética. Bruno explica que o projeto busca “falar do Tocantins através da música”, mostrando a potência da cultura popular em diálogo com a linguagem acadêmica e instrumental. A orquestra não se limita a reproduzir canções conhecidas — ela as transforma em paisagens sonoras complexas, em arranjos que revelam novas nuances e significados. O resultado é uma celebração da cultura tocantinense em toda a sua amplitude, em que tradição e contemporaneidade se unem em harmonia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1348" data-end="2025"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-start="2032" data-end="2077"&gt;DIÁLOGO&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2078" data-end="2902"&gt;Ao refletir sobre o equilíbrio entre a música clássica e os ritmos regionais, Bruno Barreto destaca que a principal preocupação do Tocantins em Concerto é o respeito às características idiomáticas de cada compositor. Para ele, a orquestra não deve se impor sobre o repertório popular, mas sim atuar como parceira, como um meio de amplificar as vozes e as histórias contidas nas canções. “Nosso objetivo não é que a orquestra se sobreponha aos artistas regionais, mas que ela dialogue com eles”, explica. Essa postura cuidadosa resulta em arranjos que preservam a melodia e a poesia originais, ao mesmo tempo em que exploram a textura e a profundidade harmônica próprias da música de concerto. A proposta é criar pontes entre dois mundos que, embora diferentes em linguagem, compartilham a mesma essência emocional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2904" data-end="3589"&gt;O público percebe esse diálogo de forma clara nas apresentações. A fusão entre os instrumentos sinfônicos e as vozes populares cria uma sonoridade única, capaz de emocionar tanto quem vem da tradição erudita quanto quem se identifica com a canção regional. Bruno ressalta que a orquestra trabalha para encontrar um ponto de equilíbrio entre a delicadeza do arranjo e a força da expressão popular, e que cada nova performance é também um exercício de escuta e sensibilidade coletiva. Assim, o &lt;strong data-start="3396" data-end="3421"&gt;Tocantins em Concerto&lt;/strong&gt; reafirma que o erudito e o popular não são opostos, mas complementares — duas linguagens que, quando unidas, revelam a riqueza e a complexidade da música brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2904" data-end="3589"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-start="3596" data-end="3638"&gt;EXTENSÃO CULTURAL&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="3639" data-end="4417"&gt;A parceria com a Universidade Federal do Tocantins (UFT) é um dos pilares estruturais e conceituais do projeto, e, segundo Bruno Barreto, é dessa relação que o Tocantins em Concerto tira boa parte de sua força e vitalidade. “Muitos músicos da Orquestra Viva Música são egressos ou estudantes da UFT, e toda a concepção artística do projeto está vinculada às ações de extensão e formação musical da universidade”, afirma. A universidade tem sido um espaço fértil para o desenvolvimento de novos talentos e para a consolidação de uma cena musical regional, onde o ensino, a pesquisa e a criação se encontram em diálogo constante. Essa interação entre academia e prática artística transforma a orquestra em um verdadeiro laboratório de experiências sonoras e pedagógicas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="4419" data-end="5172"&gt;Bruno ressalta que essa conexão com a UFT reforça o papel da universidade pública como agente transformador e democratizador do acesso à cultura. O projeto nasce dentro de uma estrutura de ensino que valoriza a formação humana e artística, e se expande para a comunidade por meio de concertos, ações formativas e atividades de extensão. A Orquestra Viva Música, nesse contexto, cumpre uma função que vai além da performance: ela representa o resultado visível de políticas de incentivo à arte e à educação, mostrando como o ambiente acadêmico pode produzir impacto real na vida cultural e social das pessoas. O Tocantins em Concerto, portanto, é também um testemunho da força das universidades como espaços de criação, resistência e esperança.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="4419" data-end="5172"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-start="5179" data-end="5220"&gt;&lt;strong data-start="5183" data-end="5218"&gt;EDUCAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5221" data-end="5980"&gt;Para Bruno Barreto, o caráter educativo é uma das dimensões mais significativas do Tocantins em Concerto – Orquestra Viva Música. Além das apresentações, o grupo realiza oficinas e masterclasses voltadas à formação de jovens músicos, estudantes e professores, criando oportunidades de aprendizado e trocas artísticas. “As oficinas possibilitam o encontro direto com estudantes, educadores e novos artistas, fortalecendo o caráter formativo do projeto”, explica. Nessas atividades, os integrantes da orquestra compartilham conhecimentos técnicos e experiências vividas, estimulando o desenvolvimento de novas gerações de artistas. O processo é colaborativo e afetuoso, valorizando tanto a prática musical quanto a escuta e o aprendizado coletivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5982" data-end="6701"&gt;Essas ações têm se mostrado fundamentais para o fortalecimento da educação musical no Tocantins e em outras regiões do país. Ao circular por diferentes cidades, o projeto leva a música para além dos palcos e promove a inclusão cultural de comunidades que muitas vezes não têm acesso a atividades artísticas de qualidade. Bruno destaca que a missão do Tocantins em Concerto é formar não apenas músicos, mas cidadãos sensíveis e críticos, conscientes do papel da arte na construção de uma sociedade mais justa e humana. Assim, o projeto reafirma sua essência transformadora: fazer da música um instrumento de diálogo, formação e esperança — um caminho que une ensino, criação e emoção em uma mesma experiência coletiva.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5982" data-end="6701"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="5982" data-end="6701"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Aberta_oficialmente_a_temporada_de_Concertos_pelo_Tocantins!_Segunda_edi%C3%A7%C3%A3o_com_a_expectativa_l%C3%A1_%281%29.jpg" alt="tocantins" width="557" height="371" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="5982" data-end="6701"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Foto: orquestravivamusica/Instagram&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="5982" data-end="6701"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="240" data-end="961"&gt;A entrevista com Bruno Barreto evidencia como o Tocantins em Concerto – Orquestra Viva Música consegue equilibrar tradição e inovação, unindo a riqueza da música popular tocantinense à sofisticação da linguagem orquestral. Através do diálogo com compositores e cantores regionais, do respeito à identidade cultural e da integração com a Universidade Federal do Tocantins, o projeto reafirma a importância da música como instrumento de expressão, memória e formação. A dimensão educativa, por meio de oficinas e masterclasses, reforça a atuação social e pedagógica do grupo, tornando cada concerto uma experiência que vai além da plateia, alcançando estudantes, músicos e comunidades em diferentes contextos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt;O público que acompanhou a apresentação no Teatro do CCUFG, completamente lotado, teve a oportunidade de vivenciar não apenas a performance musical, mas também a força simbólica de um projeto que conecta arte, educação e cultura regional. Para quem deseja continuar acompanhando o Tocantins em Concerto e outras atrações dos Festivais Unificados da EMAC/UFG, a programação segue oferecendo concertos, apresentações e atividades formativas no Centro Cultural, celebrando a música em todas as suas dimensões e convidando a comunidade a se engajar nessa verdadeira festa da cultura e da educação musical.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="963" data-end="1578"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="963" data-end="1578"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Mateus_dos_Santos_Alves.png" alt="Mateus dos Santos Alves" width="179" height="179" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="963" data-end="1578"&gt;&lt;strong&gt;Mateus dos Santos é estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura jornalística de eventos culturais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 22 Oct 2025 09:14:46 -0300</pubDate>
      <link>https://centrocultural.ufg.br/n/195862-tocantins-em-concerto-leva-emocao-e-tradicao-ao-palco-do-ccufg</link>
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    </item>
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      <title>Sonia Ray e o som em movimento</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="sonia" title="sonia" src="http://centrocultural.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/WhatsApp_Image_2025-10-17_at_12.01.41.jpeg?1760975623" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Contrabaixista fala sobre o início da carreira, os desafios do álbum “Movimento Grave” e a parceria com o compositor Estércio Marquez Cunha&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;Por: Mateus dos Santos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Banner-FU-2025.png" alt="Festivais Unificados EMAC 2025" width="616" height="214" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;amp;:has([data-writing-block])&amp;gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-WEB:c1e87c3e-7786-4076-8c80-393fd586e421-3" data-testid="conversation-turn-8" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant"&gt;
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&lt;p data-start="128" data-end="1080"&gt;O concerto &lt;em data-start="139" data-end="156"&gt;Movimento Grave&lt;/em&gt; acontece na quarta-feira, 22 de outubro de 2025, às 20h, no Teatro do Centro Cultural UFG (CCUFG), marcando o lançamento do álbum homônimo que reúne obras para contrabaixo do compositor goiano Estércio Marquez Cunha em diversas formações camerísticas, todas dedicadas à contrabaixista Sonia Ray. Este evento representa não apenas a celebração de uma parceria artística consolidada, mas também a culminância de um longo percurso de pesquisa, interpretação e criação colaborativa entre compositor e intérprete. As peças reunidas no álbum foram compostas entre 2001 e 2017 e refletem o olhar de Estércio sobre o contrabaixo como um instrumento de múltiplas vozes e identidades. No palco, Sonia Ray propõe uma escuta que amplia os horizontes da música de concerto contemporânea, revelando a profundidade e a expressividade do registro grave, um território ainda pouco explorado na tradição camerística brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1082" data-end="2274"&gt;Com nove obras em diferentes formações, que vão do solo ao quinteto, o álbum &lt;em data-start="1159" data-end="1176"&gt;Movimento Grave&lt;/em&gt; oferece um panorama sonoro de grande riqueza e diversidade. O repertório traz combinações pouco usuais — contrabaixo e voz, contrabaixo e flauta, contrabaixo e violino — e também formações mais densas, como trios e quartetos, em que o instrumento assume papel central. Cada peça apresenta uma abordagem distinta das possibilidades do contrabaixo: texturas em drones, fragmentos melódicos, pizzicatos expressivos e complexos motivos rítmicos criam uma linguagem particular, que mescla o lirismo e a densidade sonora característicos da escrita de Estércio Marquez Cunha. A gravação do álbum foi realizada entre Goiânia e a Noruega, com mixagem e masterização no Studio Klarlyd, reunindo artistas e técnicos de diferentes países em um processo de criação coletivo e meticuloso. Além do impacto artístico, o projeto tem também relevância acadêmica, pois as partituras, edições e registros resultam de atividades de pesquisa e extensão do Laboratório de Performance e Criação Musical (LPCM), disponibilizadas gratuitamente como material de referência para estudantes, pesquisadores e contrabaixistas.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2276" data-end="3196" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Integrando a programação dos Festivais Unificados da EMAC/UFG, o concerto de lançamento de &lt;em data-start="2371" data-end="2388"&gt;Movimento Grave&lt;/em&gt; destaca a interseção entre arte, pesquisa e pedagogia, valores que norteiam a trajetória de Sonia Ray como intérprete e professora da Universidade Federal de Goiás. Em uma apresentação que promete unir a precisão técnica à profundidade artística, a contrabaixista será acompanhada por músicos convidados que também participaram do álbum, recriando ao vivo as nuances de cada obra. O espetáculo não apenas reafirma a importância do contrabaixo na música contemporânea, mas também celebra a vitalidade da cena musical goiana e sua inserção no contexto internacional. Antes do recital, conversamos com Sonia Ray sobre o processo de gravação, sua relação com o compositor Estércio Marquez Cunha e o significado de lançar um trabalho dessa magnitude em um momento de renovação da música de concerto brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="2276" data-end="3196" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/WhatsApp_Image_2025-10-17_at_12.01.40.jpeg" alt="sonia" width="457" height="311" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;" data-start="2276" data-end="3196" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Foto: Assessoria/Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2276" data-end="3196" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;&lt;strong&gt;ORIGENS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2276" data-end="3196" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Sonia Ray recorda com emoção o início de sua jornada musical, que começou em 1985, no programa de ensino coletivo de instrumentos do SESC-SP, realizado no SESC Vila Nova. O projeto, idealizado sob a orientação do professor Gerson Frutuoso e a coordenação musical dos maestros Samuel Kerr e João Maurício Galindo, foi um marco em sua formação. Na época, Sonia já cantava e tinha contato com diferentes linguagens musicais, mas foi o som grave e profundo do contrabaixo que a conquistou de forma definitiva. “Já cantava e me apaixonei pelo som grave do contrabaixo. Nunca mais parei de tocá-lo”, relembra. Esse encontro com o instrumento representou não apenas uma escolha artística, mas também o início de uma vocação que a guiaria ao longo de toda a sua carreira.&lt;/p&gt;
&lt;article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;amp;:has([data-writing-block])&amp;gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-WEB:c1e87c3e-7786-4076-8c80-393fd586e421-5" data-testid="conversation-turn-12" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant"&gt;
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&lt;p data-start="854" data-end="1620"&gt;A partir desse primeiro contato, Sonia desenvolveu uma trajetória sólida e diversa. Com dedicação e curiosidade constantes, aprofundou-se em repertórios variados, passando da música de concerto ao experimental, e consolidou-se como uma das contrabaixistas mais influentes do país. Sua atuação não se limitou aos palcos: Sonia tornou-se também uma importante pesquisadora e professora, referência na Universidade Federal de Goiás (UFG), onde forma novas gerações de músicos e promove o diálogo entre prática artística e investigação acadêmica. Essa formação múltipla, nascida do encantamento juvenil pelo som do contrabaixo, é o que sustenta sua carreira até hoje — uma trajetória marcada pelo amor à música e pela busca constante por novas formas de expressão.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="854" data-end="1620"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1622" data-end="2298"&gt;&lt;strong&gt;ESPECIAL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1622" data-end="2298"&gt;Quando questionada sobre qual obra do álbum &lt;em data-start="1705" data-end="1722"&gt;Movimento Grave&lt;/em&gt; mais a toca, Sonia Ray responde com afeto e reflexão. “Amo todas, mas o &lt;em data-start="1795" data-end="1838"&gt;Trio para Contrabaixo, Clarineta e Violão&lt;/em&gt; é especial por ter proporcionado uma união musical em 2016 que dura até hoje com meus amigos e músicos Ricardo Freire e Werner Aguiar”, conta. A obra, escrita por Estércio Marquez Cunha, tem um caráter intimista e camerístico, no qual cada instrumento ocupa um espaço de protagonismo e escuta. Para Sonia, o trio não é apenas uma peça musical, mas também um símbolo da amizade e da cumplicidade artística que nasceu dessa experiência compartilhada no palco.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2300" data-end="2988"&gt;Além da dimensão afetiva, a contrabaixista destaca que essa obra representa a essência do projeto &lt;em data-start="2398" data-end="2415"&gt;Movimento Grave&lt;/em&gt;: a celebração das conexões humanas por meio da arte. A delicadeza do diálogo entre contrabaixo, clarineta e violão reflete a própria relação entre intérprete e compositor, em um equilíbrio entre precisão técnica e sensibilidade poética. Essa peça tornou-se, com o tempo, um marco em sua trajetória, não apenas pela beleza da escrita de Estércio, mas pela maneira como traduz o espírito de colaboração que permeia todo o álbum. Sonia descreve o &lt;em data-start="2860" data-end="2866"&gt;Trio&lt;/em&gt; como uma obra que a emociona cada vez que a executa, reafirmando sua crença no poder transformador da música de câmara.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2300" data-end="2988"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2990" data-end="3616"&gt;&lt;strong data-start="2990" data-end="3025"&gt;DESAFIOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="2990" data-end="3616"&gt;Ao falar sobre os desafios de interpretar as obras de Estércio Marquez Cunha, Sonia Ray revela a complexidade e a profundidade de seu processo artístico. “A forma refinada de escrita do compositor traz grandes desafios de execução. Exige leveza e precisão, dois aspectos complexos para instrumentos de arco”, explica. Para ela, essa combinação entre exigência técnica e sensibilidade expressiva é o que torna a música de Estércio tão singular. Cada peça exige uma escuta atenta e uma construção cuidadosa da sonoridade, em que o intérprete precisa equilibrar rigor e liberdade criativa.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="3618" data-end="4285"&gt;Sonia destaca ainda que o desafio não se resume à execução das notas, mas envolve a compreensão do universo estético e filosófico das obras. O compositor trabalha com nuances de textura, densidade e silêncio que pedem do intérprete não apenas técnica, mas introspecção. “É uma música que exige que o músico se entregue totalmente, que esteja presente em cada som”, observa. Esse processo, segundo ela, é profundamente enriquecedor e transformador, pois amplia a percepção do instrumento e desafia as fronteiras do fazer musical tradicional. Em &lt;em data-start="4162" data-end="4179"&gt;Movimento Grave&lt;/em&gt;, o contrabaixo não é mero coadjuvante, mas um protagonista que dialoga com o mundo sonoro ao seu redor.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="3618" data-end="4285"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="4287" data-end="4900"&gt;&lt;strong data-start="4287" data-end="4315"&gt;MENSAGEM&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="4287" data-end="4900"&gt;Encerrando a conversa, Sonia Ray reflete sobre o que deseja transmitir ao público que ouvirá o álbum pela primeira vez. Para ela, &lt;em data-start="4448" data-end="4465"&gt;Movimento Grave&lt;/em&gt; é mais do que um registro fonográfico: é uma experiência de escuta que convida à contemplação. “Que ouça como quem contempla os movimentos dos sons e a leveza da alma. Receba o contrabaixo na música deste compositor sensível, criativo e singular que é Estércio Marquez Cunha”, diz. Essa frase resume o espírito do projeto — um convite à imersão nas paisagens sonoras criadas por Estércio e interpretadas com sensibilidade por Sonia.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="4902" data-end="5525" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;A contrabaixista acredita que a música tem o poder de despertar estados de presença e emoção, e que o álbum é uma oportunidade de vivenciar isso com profundidade. Cada obra é uma janela para o universo expressivo do contrabaixo, instrumento que, segundo ela, “fala ao corpo e à alma com a mesma intensidade”. Assim, o &lt;em data-start="5220" data-end="5237"&gt;Movimento Grave&lt;/em&gt; não é apenas um tributo à obra de Estércio Marquez Cunha, mas também uma celebração da força do som grave como linguagem poética. Sonia convida o público a ouvir com atenção, curiosidade e entrega — a permitir que o som se torne movimento e que a arte transforme a escuta em experiência.&lt;/p&gt;
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&lt;div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start" style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/WhatsApp_Image_2025-10-17_at_12.00.21.jpeg" alt="sonia" width="384" height="384" /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start" style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/875/o/Mateus_dos_Santos_Alves.png" alt="Mateus dos Santos Alves" width="294" height="294" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Mateus dos Santos é estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás e estagiário de comunicação no Centro Cultural UFG. Atua com produção de conteúdo e cobertura jornalística de eventos culturais.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
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      <pubDate>Mon, 20 Oct 2025 12:59:21 -0300</pubDate>
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