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Exposição Centenário de João Vilanova Artigas

Atualizado em 18/01/18 11:17.

 Luiz Mauro apresenta a série Ateliê 

 

A mostra, que recria espaços de criação de grandes nomes da arte de diversos períodos, será aberta no dia 21 de novembro, às 19h, e será encerrada no dia 26 de janeiro de 2018 na galeria do CCUFG.

Depois de 13 anos sem expor em Goiânia, Luiz Mauro inaugura, no dia 21 de novembro, às 19h, no Centro Cultural da UFG, a mostra Na escuridão do ateliê nasce a luz, que tem a curadoria de Divino Sobral. Os trabalhos fazem parte da série Ateliê, apresentada pela primeira vez na Maison Européenne de la Photographie (MEP), em Paris, no ano de 2015, sob o título Des peintures comme des photographies. A exposição em Goiânia conta com algumas das obras lá exibidas e outras inéditas. Ao todo são 18 obras, que retratam os ambientes de criação de artistas brasileiros, como Rubem Valentim e Lygia Clark e artistas de diversos outros países, como Claude Monet, Auguste Renoir, Anish Kapoor, Ad Reinhardt, Roy Lichtenstein, Benjamin Johnston, Georgia O’Keeffe, entre outros. 

O artista, que começou a pintar no início da década de 80, na cidade de Inhumas, sempre abordou em sua produção a história da arte, a memória, a subjetividade e espaços arquitetônicos. E são estes os elementos presentes nesses desenhos que têm o papel como suporte e recebem várias camadas de nanquim, sendo finalizados com a tinta a óleo. “Trabalhei muito tempo somente com o nanquim, mas só fui conseguir obter o resultado que buscava quando o associei à tinta a óleo, que trouxe mais força e densidade à pintura. Considero a obra que venho produzindo ultimamente como a mais elaborada que já realizei, envolvendo várias etapas”, comenta Luiz Mauro.

Essa obra, que só começou a ser feita no ano de 2012, já era projeto do artista no ano de 1997, quando teve em mãos uma imagem do ateliê de esculturas do artista alemão Georg Baselitz, mas só em 2012 ele iniciou a série com o Ateliê Claude Monet. As fotografias para os primeiros trabalhos foram pesquisadas em livros, revistas de arte e na internet. Ultimamente, o artista começou a produzir obras de ateliês de brasileiros e passou a solicitar as fotografias aos próprios artistas ou, como no caso do artista baiano Rubem Valentim, falecido em 1991, a amigos de Rubem.   

Uma das principais abordagens do trabalho é a transposição de imagens documentais para o universo da pintura e do desenho. O curador da mostra, Divino Sobral, observa que, na escolha das fotografias, um dos critérios de Luiz Mauro é o alto contraste e as manifestações plásticas da luz entre o preto e o branco: “É justamente a representação da luz que interessa a Luiz Mauro ao realizar a transposição das imagens fotográficas para outro suporte, com outros meios e com uma linguagem sem lugar, que transita entre desenho e pintura.” Sobral diz ainda que, ao utilizar uma imagem de segunda geração fundada na fotografia, o resultado se revela, ao fim, em nada fotográfico. “São visíveis todos os embates com os meios bem como os procedimentos empregados para a constituição das obras. Seu objetivo não é reproduzir literalmente a fotografia e sim utilizá-la como matriz para a construção de uma obra que parte do registro documental para atingir o estado poético repleto de melancolia, e que exibe em si mesma seu modo de fatura cambiante entre desenho e pintura e sua existência autônoma da fotografia”, teoriza.

Sobral considera ainda que há uma teatralidade nas obras da série Ateliê, característica que, de acordo com ele, “é obtida pela perspectiva dos enquadramentos, pelo ritmo das linhas que definem os espaços, pelas bordas escurecidas dos planos, pela oposição marcada entre a escuridão e a luz que confere certa propriedade barroca às obras – propriedade esta que não se encontra nas matrizes fotográficas.”

Na seleção das imagens, Luiz Mauro diz que um dos pontos mais importantes é a força do espaço, mas que também procura produzir obras de ateliês de artistas que admira, buscando apresentar um novo olhar, mais íntimo e mais misterioso desses espaços de criação.  

 

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     Serviço:

Exposição: 
Na escuridão do ateliê nasce a luz
Período:
21 de novembro a 26 de janeiro de 2018
Local: 
Galeria do Centro Cultural UFG
Endereço:
Av. Universitária, n° 1533, Setor Universitário, Goiânia-GO
Horário de visitação
Segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 18h
Agendamento de visitas de grupos e escolas pelo telefone (62) 3209-6499

 

Exposição "Como é a pintura, a poesia é" por Luiz Martins 

 

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Vindo de uma temporada de projetos realizados em países como Itália, Áustria e Portugal, o mineiro Luiz Martins traz para Goiânia um projeto consistente e complexo de leituras visuais que faz uso da leitura do seu observador uma interação de sentidos e reflexões variadas. O artista foi um dos vencedores do Edital PROEC n.º 03/2016 – Seleção de propostas curatoriais para projetos artísticos no Centro Cultura UFG 2017.

 

Serviço
Exposição: “Como é a pintura, a poesia é”, do artista plástico Luiz Martins
Abertura: 7 de dezembro de 2017
Horário: 19h
Visitação: de 8 de dezembro de 2017 a 26 de janeiro de 2018
Horário de visitação: 9h às 12h e 14h às 18, de segunda à sexta
Local: Galeria de Arte do CCUFG, Avenida Universitária, 1553 – Setor Leste Universitário - Goiânia
Entrada gratuita
Agendamento de visitas: educativaccufg@gmail.com ou 62 3209-6499

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