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  • Essag

    Essa grande liberdade: identidades LGBTQIAPN+ em Goiás

    12 Mai a 10 Set

    A exposição Essa grande liberdade: identidades LGBTQIAPN+ em Goiás inaugura no dia 12 de maio de 2026, às 19h, no Centro Cultural UFG, em Goiânia. Com entrada gratuita, a mostra segue em cartaz de 13 de maio a 10 de julho e reúne mais de 60 artistas e cerca de 120 obras, traçando um amplo panorama das produções LGBTQIAPN+ no estado, atravessando gerações, linguagens e contextos diversos. Sob curadoria de Paulo Duarte-Feitoza, o projeto aproxima diferentes gerações de artistas, colocando em relação produções de Fernando Costa Filho, Fabiola Morais, Adriana Bittar, Marcelo Solá, Divino Sobral e Enauro de Castro a produções de nomes mais recentes, como Benedito Ferreira, Emilliano Freitas, Abraão Veloso, Hilda de Paulo, Gilson Plano, Âmbar Moura e Daniela Marques. A classificação indicativa é de 16 anos.

    O título da mostra parte de uma confidência do fotógrafo goiano Samuel Costa, também presente na exposição, em que relata a um amigo, o poeta Luís Araújo Pereira, o desejo de, ao se mudar para a França nos anos 1970, buscar e fotografar uma “pequena liberdade”. A curadoria desloca essa formulação e a amplia, propondo a ideia de liberdade como campo de luta, negociação e invenção de modos de vida. 

    Participam da exposição: Abrãao Veloso, Adriana Bittar, Âmbar Moura, André Felipe Cardoso, Banda Uó, Benedito Ferreira, Bruna Mendez, CADELACÉU, Candy Mel, Carla Abreu, Carlos Camilo, Carlos Sena, Claus Lima, Cristiano Sousa, Daniel Nolasco, Daniel Oliveira, Daniela Marques, Divino Sobral, Emilliano Freitas, Enauro de Castro, Érico José, Fabíola Morais, félix b. perini, Fernando Costa Filho, Flávia Leme, Gilson Plano, Guilhotina, Helder Amorim, Hilda de Paulo, Hortência Moreira, Humberto José, Jhony Aguiar, Jofre Silva, Johnny Suxxx and the Fucking Boys, Kassius Brunno, Leleko Diaz, leo.nar.do, Lulu Monamour, Maaju, Marcelo Andrade, Marcelo Solá, Marco Antônio Caldas, Marcos Maria Branquinho, Mauricinho Hippie, Michel Queiroz, Monike Goyana, Morganna Voguel, o Santo inimigo do mal, Odinaldo Costa, Paulo José da Silva, Ralyanara Freire, Rodrigo Flávio, Rodrigo Januário, Ronaldo Paixão, Rondinelli Linhares, Salvess, Samuel Costa, Tarcísio Veloso, Valentina, Verônica Santana, Vinícius de Castro, wendel e Wolney Fernandes. 


    Serviço
    Exposição: Essa grande liberdade: identidades LGBT+ em Goiás
    Abertura: 12 de maio de 2026, às 19h
    Visitação: 13 de maio a 10 de julho de 2026, seg a sex, 10h às 17h30
    Local: Centro Cultural UFG – Goiânia
    Entrada gratuita
    Classificação indicativa: 16 anos

  • DANTEMP

    Espetáculo Dançar o Tempo

    14 Mai

    Núcleo Coletivo 22 apresenta os espetáculos “Dançar o Tempo” e “Por Cima do Mar eu Vim” no Centro Cultural UFG

    Montagens articulam dança, memória, ancestralidade e saberes afro-diaspóricos em criações cênicas que atravessam corpo, tempo e território

    O Núcleo Coletivo 22 apresenta, em Goiânia, os espetáculos Dançar o Tempo e Por Cima do Mar eu Vim, obras que articulam dança, teatro, música e performance a partir de referências afro-ameríndias, ancestralidade e experiências negras diaspóricas. As montagens propõem ao público uma travessia sensível entre memória, corpo e história, reunindo narrativas que reverenciam os saberes tradicionais e os processos de construção identitária.

    Em Dançar o Tempo, a artista Renata Kabilaewatala conduz um solo concebido como celebração de sua trajetória artística e acadêmica. O espetáculo toma o tempo como força central da existência — elemento que atravessa, desloca e imprime marcas sobre o corpo e a memória. A dramaturgia se constrói como um “memorial dançado”, evocando experiências vividas em espaços como o fundo de quintal, a roda, a rua e o terreiro, compreendidos como territórios de sociabilidade negra e aprendizado de saberes afro-diaspóricos.

    A obra articula movimento e palavra em uma composição cênica que transforma o corpo em arquivo vivo de experiências, ancestralidades e afetos. Em diálogo com o conceito de “afrografia”, o espetáculo propõe uma escrita corporal que inscreve no espaço as marcas do tempo, anunciando a memória como gesto de permanência e projeção de futuro.

    Como oferenda à divindade Tempo, cultuada no candomblé congo angola como força responsável pelas transformações e pelo movimento da existência, o trabalho reverencia também os 25 anos de trajetória do Núcleo Coletivo 22.

    Já o espetáculo Por Cima do Mar eu Vim parte da travessia atlântica e das memórias da diáspora africana para construir uma narrativa cênica sobre deslocamento, resistência e reinvenção cultural. Em um território híbrido entre dança, teatro, música e performances tradicionais, a obra acompanha uma voz ancestral que atravessa a Kalunga Grande — símbolo do oceano e da passagem entre mundos — trazendo ao presente as marcas da violência colonial e da resistência negra.

    A dramaturgia evoca figuras históricas e simbólicas, como Nzinga Mbandi, rainha angolana reconhecida por sua resistência ao colonialismo, e reafirma a potência das manifestações culturais negras como quilombos, batuques, terreiros, samba e capoeira enquanto tecnologias de sobrevivência, memória e liberdade.

    Com forte dimensão ritual e poética, os espetáculos reafirmam o compromisso do Núcleo Coletivo 22 com pesquisas cênicas voltadas às corporeidades negras, às tradições afro-diaspóricas e às relações entre arte, memória e território.

    Serviço

    Espetáculo: Dançar o Tempo
    Data: 14 de maio de 2026
    Horário: 20h
    Duração: 50 minutos

    Local: Centro Cultural UFG – Goiânia/GO

    Ingressos: Gratuitos, com retirada pela plataforma Sympla.

    Realização: Núcleo Coletivo 22



  • Esppor

    Espetáculo Por cima do mar eu vim

    15 Mai

    Núcleo Coletivo 22 apresenta os espetáculos “Dançar o Tempo” e “Por Cima do Mar eu Vim” no Centro Cultural UFG

    Montagens articulam dança, memória, ancestralidade e saberes afro-diaspóricos em criações cênicas que atravessam corpo, tempo e território

    O Núcleo Coletivo 22 apresenta, em Goiânia, os espetáculos Dançar o Tempo e Por Cima do Mar eu Vim, obras que articulam dança, teatro, música e performance a partir de referências afro-ameríndias, ancestralidade e experiências negras diaspóricas. As montagens propõem ao público uma travessia sensível entre memória, corpo e história, reunindo narrativas que reverenciam os saberes tradicionais e os processos de construção identitária.

    Em Dançar o Tempo, a artista Renata Kabilaewatala conduz um solo concebido como celebração de sua trajetória artística e acadêmica. O espetáculo toma o tempo como força central da existência — elemento que atravessa, desloca e imprime marcas sobre o corpo e a memória. A dramaturgia se constrói como um “memorial dançado”, evocando experiências vividas em espaços como o fundo de quintal, a roda, a rua e o terreiro, compreendidos como territórios de sociabilidade negra e aprendizado de saberes afro-diaspóricos.

    A obra articula movimento e palavra em uma composição cênica que transforma o corpo em arquivo vivo de experiências, ancestralidades e afetos. Em diálogo com o conceito de “afrografia”, o espetáculo propõe uma escrita corporal que inscreve no espaço as marcas do tempo, anunciando a memória como gesto de permanência e projeção de futuro.

    Como oferenda à divindade Tempo, cultuada no candomblé congo angola como força responsável pelas transformações e pelo movimento da existência, o trabalho reverencia também os 25 anos de trajetória do Núcleo Coletivo 22.

    Já o espetáculo Por Cima do Mar eu Vim parte da travessia atlântica e das memórias da diáspora africana para construir uma narrativa cênica sobre deslocamento, resistência e reinvenção cultural. Em um território híbrido entre dança, teatro, música e performances tradicionais, a obra acompanha uma voz ancestral que atravessa a Kalunga Grande — símbolo do oceano e da passagem entre mundos — trazendo ao presente as marcas da violência colonial e da resistência negra.

    A dramaturgia evoca figuras históricas e simbólicas, como Nzinga Mbandi, rainha angolana reconhecida por sua resistência ao colonialismo, e reafirma a potência das manifestações culturais negras como quilombos, batuques, terreiros, samba e capoeira enquanto tecnologias de sobrevivência, memória e liberdade.

    Com forte dimensão ritual e poética, os espetáculos reafirmam o compromisso do Núcleo Coletivo 22 com pesquisas cênicas voltadas às corporeidades negras, às tradições afro-diaspóricas e às relações entre arte, memória e território.

    Serviço

    Espetáculo: Por Cima do Mar eu Vim
    Data: 15 de maio de 2026
    Horário: 20h
    Duração: 60 minutos

    Local: Centro Cultural UFG – Goiânia/GO

    Ingressos: Gratuitos, com retirada pela plataforma Sympla.

    Realização: Núcleo Coletivo 22



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